Lembra dela? A arraia (sem nome) grávida no Bioparque Pantanal já não está mais esperando bebês. Sim, o animal que é parente dos tubarões já deu à luz e o parto mobilizou a equipe do complexo de aquários.

Em vídeo publicado nas redes sociais, o Bioparque Pantanal revelou que, após quatro meses de gestação, a arraia pariu três filhotinhos que estão deixando todos encantados.

“A arraia gravidinha marcou a primeira reprodução da espécie no Bioparque Pantanal e temos boas notícias: os filhotes nasceram!”, anunciou a publicação.

De acordo com o Bioparque, o parto foi um sucesso e os filhotes estão bem. “Os três bebês da espécie Potamotrygon amandae se desenvolvem bem na quarentena do Bioparque. As reproduções são resultado do trabalho de conservação realizado aqui no complexo e uma resposta positiva dos cuidados com o bem-estar animal e do trabalho realizado no Sistema de Suporte à Vida. Estamos encantados!”, declarou o complexo.

Por fim, o Bioparque deixou um mistério no ar: “Será que vem batizado dos filhotes por aí?”. Confira o vídeo abaixo e veja os bebês:

Parente de tubarão?

Quem vê cara não vê coração? Entre as mais de 220 espécies no maior tanque de água doce da América Latina, há um parente de tubarão simpático, que pode enganar pelo “sorriso”, mas tem a pior ferroada do mundo. Trata-se das raias.

“Esse bicho é parente do tubarão e ficou isolado na Amazônia quando a cordilheira levantou e se adaptou à água doce. A boca sempre fica por baixo porque ela está sempre no fundo do rio. Mas o aparelho respiratório, que é incrível, está dividido na parte de baixo e na parte de cima”, explica o famoso biólogo Richard Hasmussem em vídeo nas redes sociais.

“A arraia é um peixe cartilaginoso, isso quer dizer que não tem ossos, e assim é parente dos tubarões. A defesa dela é pela cauda, cheia de espinhos. Quando você pisa no animal é quando ela ferra. E o ferrão, meus amigos… dói muito, porque ele entra de um jeito e sai de outro”, explica Hasmussem.

“Ele entra que nem uma fisga facilitada. É como um anzol: o anzol entrou fácil, mas pra sair é difícil. A pele que cobre o ferrão tem como se fosse uma toxina, quando o ferrão entra, essa pele arrebenta e aí solta essa toxina que faz com que o ferimento demore muito, muito tempo pra curar. E quando ele sai, o ferrão, sai arrancando. Os ferimentos de arraias são perigosos”, ressalta o biólogo.

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