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Sertanejo não! Campo-grandense lança pagode baiano e vai tocar com Léo Santana na Pantaneta

Indo na contramão do que é normalmente produzido no mundo musical sul-mato-grossense, o cantor Matheus Kruz, de 29 anos, vem apostando em músicas do pagode baiano
Jennifer Ribeiro -
Matheus Kruz
Matheus Kruz decidiu investir em pagode baiano em MS. (Divulgação)

Indo na contramão do que é normalmente produzido no mundo musical sul-mato-grossense, o cantor Matheus Kruz, de 29 anos, vem apostando em músicas do pagode baiano.

O campo-grandense começou na música ainda na infância, cantando nas igrejas que a família frequentava. No entanto, foi após assistir ao “2 Filhos de Francisco” (2005), na pré-adolescência, que ele realmente se despertou para o mundo artístico. Na época, relembra Matheus, ao ver a história baseada na vida da dupla Zezé di Camargo e Luciano, ele pediu ao pai seu primeiro violão, e enfim começou a sonhar com uma carreira na música.

Embora o início da sua trajetória tenha sido marcada pelo sertanejo, profissionalmente Matheus começou em grupos de pagodes de , até decidir iniciar em carreira solo, há 6 anos.

O cantor conta que chegou a morar por dois anos no Rio de Janeiro, e que lá teve grandes oportunidades de abrir shows de vários cantores conhecidos, mas, em busca de novas oportunidades que levem ele ao tão sonhado sucesso, decidiu voltar para se dedicar ao público da cidade onde nasceu.

“Cantar pagode baiano no berço do sertanejo, não é fácil”, afirma. “Tem muito artista bom, com qualidade, com potencial de se destacar no mercado, mas é um pouco desvalorizado, a galera não vê o pagode como vê o sertanejo”, explica Matheus.

Lançamentos e show com Léo Santana

Seu trabalho mais recente é “Rebola Assim”, gravada em solos campo-grandenses. Lançada há 4 dias, a música já bateu mais de 20 mil plays no streaming e estará no repertório de 4h, criada especialmente para sua apresentação no Pantaneta, que acontece nos dias 6 e 7 de outubro, em .

O evento é considerado o maior carnaval fora de época de e terá outras atrações como Chiclete com Banana, Léo Santana, a campo-grandense Paolla, Resenha Play e Koisa Bamba.

“Faço por amor, eu acho que sucesso, fama e dinheiro é consequência do trabalho. É muito gratificante quando eu subo no palco e vejo as pessoas cantando minha música. Só vou parar quando eu chegar onde almejo”, conta.

Matheus afirma que está no projeto lançar outros hits até o Pantaneta, mas que, além disso, tentará gravar uma música com Léo Santana: “Quero mostrar que Mato Grosso do Sul não é só sertanejo”.

Veja o da música “Rebola Assim”.

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