Morreu no sul-mato-grossense Jefferson, um tatupeba muito querido pelos guias e biólogos que vivem na região e praticamente convivem com os profissionais no local onde moram. A perda do animal, no entanto, causou a maior comoção, especialmente pela maneira como o Jefferson se despediu deste mundo.

Conforme o biólogo Fábio Paschoal, conhecido por guiar turistas para verem onças no pantanal, Jefferson era um querido. Por isso, encontrá-lo morto afogado na piscina foi um choque.

“Os tatus estão sempre em nosso quintal cavando buracos, comendo frutas e perseguindo uns aos outros. São animais carismáticos, engraçados e não tem como não se apegar a eles. Por aqui chamamos todos carinhosamente de Jefferson”, comenta Paschoal.

Porém, o caso do Jefferson morto afogado causou impacto por ser inédito para todos. “Essa semana fiquei muito triste porque, quando cheguei em casa, achei um tatupeba na piscina. Ele caiu e não conseguiu sair. Em 15 anos vindo pra cá, isso nunca tinha acontecido antes”, lamenta o biólogo e guia.

Paschoal conta também que, pouco antes de Jefferson ser encontrado na piscina, ele havia salvado um tatu do afogamento.

“Dois dias antes eu tinha tirado um peba da piscina e, julgando pelo tamanho, acho que devia ser o mesmo. Tiramos o bichinho e demos um enterro digno pra ele. Vai em paz, Jefferson!”, finaliza Fábio Paschoal.

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