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Vinte dias após a morte de garoto ‘laçado’ e arrastado por colegas, inquérito segue

Após 20 dias da morte do garoto Djonata Novaes da Silva, de 8 anos, o inquérito policial não foi concluído. A criança morreu no sábado (10), no Hospital da Vida, após passar mal em casa, no Parque das Nações II, em Dourados – a 225 quilômetros de Campo Grande. O laudo chegou no início da […]

Arquivo Publicado em 30/05/2014, às 16h47

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Após 20 dias da morte do garoto Djonata Novaes da Silva, de 8 anos, o inquérito policial não foi concluído. A criança morreu no sábado (10), no Hospital da Vida, após passar mal em casa, no Parque das Nações II, em Dourados – a 225 quilômetros de Campo Grande.

O laudo chegou no início da semana na 2ª Delegacia de Polícia, responsável pelo caso. De acordo com o delegado-adjunto, Edmar Batistela, a perícia concluiu que a criança não teve nenhuma lesão externa que teria provocado a morte.

Ainda conforme o delegado, o laudo tem um item que aponta a causa da morte como natural. Batistela disse que várias pessoas foram ouvidas e que ainda vai conversar com o médico legista para tirar dúvidas técnicas a respeito da causa da morte.

O delegado revelou que como o menino recebeu vários atendimentos médicos precisa avaliar melhor porque o laudo não está bem claro sobre o que causou a morte de Djonata. “Preciso ouvir um médico legista para me esclarecer melhor alguns pontos do laudo que não estão bem claros e se for o caso pedirei um novo laudo”, afirma.

O inquérito ainda não foi finalizado e as informações continuam sendo apuradas antes da conclusão.

Caso

O garoto Djonata Novaes da Silva, de 8 anos, teve as pernas laçadas por colegas na quadra da escola após a aula de educação física. O pai da criança, ao buscá-lo no colégio, percebeu que o filho estava muito quieto, questionado sobre o que aconteceu, o menino disse que estava cansado.

No dia seguinte, acordou reclamando de dores na perna e foi encaminhado para o PAM (Ponto Atendimento Médico). Ele foi medicado e liberado. Porém, continuou a sentir dores, ocasião que contou que na escola alguns colegas laçaram suas pernas e puxaram pela quadra.

Durante o sábado (10), o garoto estava no quarto e chamou o pai dizendo que não estava bem, ao ser levado para o hospital, ele já chegou morto.

O caso foi registrado como morte a esclarecer.

Jornal Midiamax