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UFC se junta a gigantes do boxe por estudo sobre lesões cerebrais

O UFC se juntou à duas maiores promotoras do boxe mundial, a Top Rank Boxing (que agencia Manny Pacquiao) e a Golden Boy Promotions (que cuida da carreira do astro Floyd Mayweather), para anunciar um apoio conjunto ao Estudo de Saúde Cerebral de Lutadores Profissionais da Clínica de Cleveland. A oficialização do acordo deverá ser […]

Arquivo Publicado em 28/01/2014, às 13h22

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O UFC se juntou à duas maiores promotoras do boxe mundial, a Top Rank Boxing (que agencia Manny Pacquiao) e a Golden Boy Promotions (que cuida da carreira do astro Floyd Mayweather), para anunciar um apoio conjunto ao Estudo de Saúde Cerebral de Lutadores Profissionais da Clínica de Cleveland. A oficialização do acordo deverá ser realizada no próximo dia 4 de fevereiro, de acordo com o site MMAFighting.


Além das três empresas, também fará parte do acordo a Viacom, empresa que detém o canal Spike TV, responsável pelas transmissões do evento que é hoje o maior rival do UFC no mundo do MMA, o Bellator, além do Glory, competição de kickboxing.


“Em um movimento sem precedentes, ferozes competidores dos ringues vão colocar suas rivalidades de longas datas de lado para garantir uma pesquisa contínua em um ponto de referência para lutadores profissionais”, afirmou o comunicado distribuído à imprensa.


Os chefes de todas as organizações devem participar do anúncio, que contará com a presença de astros do mundo das lutas, como Jon Jones, o brasileiro Glover Teixeira, Michael Chandler e o pugilista Bernard Hopkins.


Dois senadores americanos, o democrata Harry Reid e o republicano John McCain, também estarão presentes. McCain, que foi candidato derrotado à presidência dos Estados Unidos em 2008 por Barack Obama, já liderou nos anos 1990 uma cruzada contra o MMA no Senado, buscando a proibição do esporte no país. Chegou a dizer que as lutas eram “rinhas de galo”.


O projeto da Clínica de Cleveland começou em 2011 e analisa impactos cerebrais com os impactos sofridos pelos golpes de lutadores de MMA e boxe. O estudo utilizou aproximadamente 400 lutadores de ambas as modalidades para medir alterações na fala, raciocínio, e outras habilidades ligadas à atividade cerebral.

Jornal Midiamax