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Indústrias de MS procuram nove mil trabalhadores para suprir demanda até 2015

Para os próximos dois anos, o setor industrial de Mato Grosso do Sul precisará contratar 8,6 mil trabalhadores para suprir as vagas na indústria. O levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta três segmentos que mais anseiam pela formação de novos profissionais: construção civil, sucroenergético e alimentos e bebidas. Segundo o Mapa do Trabalho […]

Arquivo Publicado em 27/01/2014, às 11h46

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Para os próximos dois anos, o setor industrial de Mato Grosso do Sul precisará contratar 8,6 mil trabalhadores para suprir as vagas na indústria. O levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta três segmentos que mais anseiam pela formação de novos profissionais: construção civil, sucroenergético e alimentos e bebidas.

Segundo o Mapa do Trabalho Industrial, esses segmentos respondem por 58,7% da demanda por formação para atender a novos empregos industriais até 2015, ou seja, 2,5 mil trabalhadores. Ainda de acordo com o estudo, os trabalhadores deverão ser contratados não apenas na indústria, mas também em outros segmentos como serviços, que também exigem profissionais com formação industrial, incluindo todos os tipos de ocupações.

O levantamento mostra que apenas o segmento de alimentos e bebidas deve abrir 1,5 mil vagas em dois anos, enquanto a indústria da construção civil oferecerá outras 757 vagas e o sucroenergético mais 297 postos de trabalho.

Cursos

Para atender a esta demanda do setor industrial, o Senai vai oferecer somente neste ano de 2014 mais de 80 mil vagas e outras  80 mil para o próximo ano, totalizando mais de 160 mil vagas, a maioria gratuita. Os cursos serão distribuídos nas modalidades de nível superior, técnica, de qualificação, de aperfeiçoamento, de treinamento e de aprendizagem industrial.

“Nossa intenção, como entidade de formação profissional voltada para a indústria, é atender à demanda do setor em Mato Grosso do Sul por mão de obra qualificada”, afirmou o diretor-regional do Senai, Jesner Escandolhero. 

Jornal Midiamax