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Cliente se salva por molho de pimenta em salgado com larvas nas Moreninhas

Foi por muito pouco que Keila Nunes não mordeu um salgado recheado de larvas. A babá comprou na última quarta feira (5)  um pão italiano, que segundo um vídeo postado por ela estaria lotado de larvas no interior. A cliente só descobriu o problema depois de abrir o salgado adquirido em uma padaria nas Moreninhas […]

Arquivo Publicado em 07/02/2014, às 23h08

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Foi por muito pouco que Keila Nunes não mordeu um salgado recheado de larvas. A babá comprou na última quarta feira (5)  um pão italiano, que segundo um vídeo postado por ela estaria lotado de larvas no interior. A cliente só descobriu o problema depois de abrir o salgado adquirido em uma padaria nas Moreninhas

As larvas apareceram depois que Keila resolveu colocar molho de pimenta dentro pão italiano, por sugestão de uma amiga. No momento que ela percebeu as larvas, jogou o lanche no chão e posteriormente vomitou. A cliente ainda não denunciou o incidente à Vigilância Sanitária, mas pretende fazer isso na semana que vem, para proteger outras pessoas do risco no estabelecimento.

“Ainda dei um pedaço do salgado para a minha filha de oito meses, que tem imunidade baixa. Poderia ser uma tragédia na minha saúde ou na da bebê. Falei no outro dia sobre o que aconteceu e a dona da padaria nem sequer me pediu desculpas. Além disso, como solução ela me ofereceu os R$ 4,00 de volta. Não é o dinheiro, se trata de uma questão de higiene”, desabafa a babá, que no momento não trabalha para cuidar da filha, com oito meses de vida, que exige cuidados de saúde.

O Procon-MS, a Delegacia do Consumidor e a Vigilância recomendam que a denúncia em problemas, como o enfrentado por Keila, seja feita com a maior agilidade possível. Depois do registro da queixa, que pode ser anônima, os órgãos ficarão responsáveis por fiscalizar o estabelecimento com problemas, que corre o risco de ter as portas fechadas, além de receber uma multa.

“A Vigilância Sanitária conforme informação da denúncia busca o produto no estabelecimento varejista ou fabricante para verificar a sua procedência e até impedir a continuação da distribuição do alimento com o objetivo de sanar o risco sanitário a população. Toda e qualquer reclamação é atendida pela vigilância sanitária com parecer da equipe fiscal”, afirma o chefe do Serviço de Fiscalização de Alimentos da Vigilância Sanitária Municipal de Campo Grande-MS, Leonardo Azambuja.

Jornal Midiamax