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Servidores denunciam que manter Marcusso interino no HR é pior que devolver Perches

O servidor Mauro Roberto Gonçalves Marcusso foi indicado hoje como ordenador de despesas da Funsau – conhecida como Hospital Regional de Campo Grande. Servidores que participaram da manifestação hoje no hospital criticaram o fato de ele ter sido mantido, após a saída do diretor Ronaldo Perches. Segundo eles, manter Marcusso é pior do que devolver […]

Arquivo Publicado em 04/07/2013, às 15h24

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O servidor Mauro Roberto Gonçalves Marcusso foi indicado hoje como ordenador de despesas da Funsau – conhecida como Hospital Regional de Campo Grande. Servidores que participaram da manifestação hoje no hospital criticaram o fato de ele ter sido mantido, após a saída do diretor Ronaldo Perches. Segundo eles, manter Marcusso é pior do que devolver Perches à administração.

Com medo de represálias, os servidores pediram para não ser identificados. Segundo eles, Mauro chegou no HR junto com Perches e com certeza faz parte do esquema de corrupção que está sendo desvendado pela Polícia Federal.

“Esse Mauro fazia toda a parte administrativa e o Perches só assinava. Com certeza ele está no meio das falcatruas e a mando de alguém, possivelmente da Dobashi, que era a gestora máxima do SUS em Mato Grosso do Sul”, declarou uma servidora que trabalha há mais de 10 anos no hospital.

“Se confirmar ele como interino vai ser aquela velha história, uma passo para a frente – com a saída da Dobashi e do Perches – e dois para trás com o operador do esquema ainda no comando do Regional”, disse um servidor.

Outro funcionários falou que se for para manter o Mauro é melhor que se traga o ‘Ronaldão’ (Ronaldo Perches) de volta, que pelo menos ele, meso sem atender, ouvia as reivindicações e recebia os servidores.

“Ele é quem sempre fez tudo por aqui, o Ronaldo mal aparecia. Ele é concursado do Governo há muitos anos, mas não por concurso feito no HR. O Ministério Público precisa ficar atento. Deixar o Marcusso é um retrocesso ainda maior”, destacou.

Marcusso é funcionário do quadro permanente de pessoal do governo do MS, lotado na Secretaria de Administração e cedido como Diretor Administrativo para a Funsau.

Responsável por designar comissões de sindicância contra servidores do Regional, é investigado pelo MPE (Ministério Público Estadual) por conduta de assédio moral contra funcionários.

Por diversas vezes desempenhou o papel de Diretor-Presidente interino da Funsau e como ordenador de despesas, na ausência do ex-diretor Ronaldo Perches.

Jornal Midiamax