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Vazamento de gás no Hospital Universitário em Campo Grande mobiliza bombeiros

Um caso semelhante ocorreu no Lacen (Laboratório Central Municipal) na tarde do último dia 28 de abril deste ano

Arquivo Publicado em 15/06/2012, às 14h47

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Um caso semelhante ocorreu no Lacen (Laboratório Central Municipal) na tarde do último dia 28 de abril deste ano

O Corpo de Bombeiros foi acionado por conta de um vazamento de gás metano de uma fossa interligada ao esgoto, próximo ao Ambulatório do Hospital Universitário na manhã desta sexta-feira (15) em Campo Grande.

Por volta de 9h10, pessoas que estavam no segundo andar sentiram o cheiro do gás. Uma paciente teria passado mal. Segundo o capitão Congro do Corpo de Bombeiros, além de inflamável o metano pode causar dor de cabeça, vômito e irritação da garganta.

Aproximadamente 50 pessoas estavam no local no momento do incidente. Um aparelho de ar condicionado, recém-comprado por conta de sua potência poderia ter ajudado a sugar o reluxo do gás. A recomendação dos bombeiros é a de que sejam implantados sifões para evitar o refluxo.

De acordo com o HU, serão realizadas todas as recomendações dos bombeiros no prédio do Ambulatório que tem mais de 40 anos.

O Hospital também informou que já estão sendo feitas reformas em todo hospital com verbas do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (REHUF).

Um caso semelhante ocorreu no Lacen (Laboratório Central Municipal) na tarde do último dia 28 de abril (sábado). O laboratório fica na avenida Calógeras quase esquina com a Afonso Pena em Campo Grande.

Os servidores reclamavam de um cheiro forte a aproximadamente 15 antes da averiguação.

A Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) recebeu em maio a certidão do Corpo de Bombeiros atestando que na vistoria realizada no Laboratório Central, não se constatou a existência de gases tóxicos.

O forte odor que teria provocado mal estar entre alguns funcionários se originou do refluxo da rede de esgoto do prédio.

“Após aferição, através de aparelho detector de gases tóxicos drager, verificou-se que não havia presença de gás cloro, gás amônia, gás sulfídrico, monóxido de carbono ou gases tóxicos que o aparelho detectar”, relata o coronel Jairo Shoitiro Kammura, comandante metropolitano dos bombeiros, no documento encaminhado à Sesau.
A Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação, providenciou válvulas de segurança para retenção do esgoto e fazendo uma revisão de toda a rede hidráulica.

Jornal Midiamax