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Moradora do Miguel Couto denuncia sujeira em terreno baldio

Quem pensa que o problema de lixo está concentrado apenas na periferia de Campo Grande, está enganado. Mais uma denúncia de terreno baldio e com muita sujeira chegou à redação do Midiamax. Na tarde desta quinta-feira (5), uma moradora do Miguel Couto, bairro nobre da capital, relatou a situação de uma área que fica apenas […]

Arquivo Publicado em 05/01/2012, às 19h11

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Quem pensa que o problema de lixo está concentrado apenas na periferia de Campo Grande, está enganado. Mais uma denúncia de terreno baldio e com muita sujeira chegou à redação do Midiamax. Na tarde desta quinta-feira (5), uma moradora do Miguel Couto, bairro nobre da capital, relatou a situação de uma área que fica apenas a quatro quarteirões da Câmara Municipal da capital.


 “Aqui existem vários terrenos bem valorizados, pagamos um IPTU altíssimo e temos como vizinho uma área da rua Pestalozzi nº 532, que está em total abandono”.


De acordo com a leitora, o mato tomou conta de tudo por ali. Para piorar, no local, há uma casa velha, em estado de demolição, mas que está sendo frequentada por ‘baderneiros’. Isso sem falar da água parada em vários pontos, muito preocupante especialmente nessa época de chuva, por causa da dengue.

“A Secretaria de Saúde orienta pra gente fazer limpeza, a prevenção de doenças como a dengue e a leishimaniose. Mas o que fazer se você tem como vizinho um terreno nessas condições? E ainda sem saber a quem recorrer para solucionar o problema?”, questiona a leitora do Midiamax. Ela informou ainda que também já entrou em contato com o CCZ (Centro de Controle de Zoonozes).


A reclamação se estende ainda às más condições da calçada; e quem passa por ali, precisa transitar pela rua Pestalozzi.


A moradora do Miguel Couto informou que já entrou com dois pedidos na Prefeitura para pedir a limpeza do terreno, mas até agora nada mudou.


Segundo a leitora, os pedidos têm os seguintes números:  18954/2011-13 e 18955/2011-86 de 31/05/2011. “A única informação que nos passaram é que estão com poucos fiscais e o terreno ainda não foi vistoriado”.


“Agora estamos recorrendo aos senhores da imprensa para ver se nos ajudam a solucionar esse problema que está bem ao lado da casa da minha família”, termina a mensagem da leitora.


Ela também enviou algumas fotos para ‘provar’ o estado do terreno por ali, próximo à Câmara Municipal de Campo Grande. Mas não disse se é uma área particular ou se pertence ao poder público.


Jornal Midiamax