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Brasil conhecerá perfil social, cultural e profissional de arquitetos e urbanistas

Na tentativa de mapear o perfil socioeconômico, cultural e profissional dos cerca de 90 mil arquitetos e urbanistas brasileiros, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU-BR) vai coordenar o processo de recadastramento da categoria. O recadastramento, que pode ser feito pela internet (www.caubr.org.br),  vai até o próximo dia 30. De 22 a 30 […]

Arquivo Publicado em 14/10/2012, às 16h51

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Na tentativa de mapear o perfil socioeconômico, cultural e profissional dos cerca de 90 mil arquitetos e urbanistas brasileiros, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU-BR) vai coordenar o processo de recadastramento da categoria.


O recadastramento, que pode ser feito pela internet (www.caubr.org.br),  vai até o próximo dia 30. De 22 a 30 de novembro, ocorrerá a coleta dos dados biométricos dos arquitetos e urbanistas brasileiros. É exigida a presença de cada profissional.


Paralelamente, os arquitetos e urbanistas receberão uma carteira com o chip inteligente, entregue gratuitamente e que servirá como documento de identidade pessoal, válido em todo o território nacional. Por ser uma carteira inteligente, a elaboração do documento exige a coleta de impressões digitais e registros de fotografia, sem data para expirar.


A distribuição das novas carteiras deverá ser concluída até 15 de dezembro deste ano.


Só no Rio de Janeiro, a estimativa é que existam 16 mil arquitetos e urbanistas. A primeira carteira com chip será  entregue a Oscar Niemeyer, de 104, considerado um ícone da arquitetura moderna. É o autor, entre outras obras, do projeto que deu vida a Brasília, a capital federal.


A iniciativa do CAU-BR é inédita no país.O presidente do  conselho, Sydnei Menezes, disse que é fundamental conhecer o perfil dos arquitetos e urbanistas que atuam no país. “O censo vai criar, pela primeira vez, o perfil socioeconômico, cultural e profissional dos arquitetos no Brasil”, acrescentou.


“[O censo permitirá saber] quantos somos, quem somos, qual a nossa idade, o que fazemos, onde é a nossa atuação, quais as nossas deficiências. É uma radiografia do papel da atribuição profissional no país todo”, disse Menezes. Segundo ele, com esses dados em mãos será possível definir políticas voltadas para a valorização profissional. (* Colaborou Renata Giraldi, Edição: Graça Adjuto)

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