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Índice de Confiança de Serviços avança 4,5% em fevereiro, diz FGV

O Índice de Confiança de Serviços (ICS), da Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 4,5% em fevereiro, passando de 128,2 pontos, em janeiro, para 133,9 pontos. O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (10). O indicador, em fevereiro, atingiu o maior nível desde agosto de 2010, quando chegara a 134,8 pontos, e supera em 1,8 ponto percentual […]

Arquivo Publicado em 10/03/2011, às 11h25

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O Índice de Confiança de Serviços (ICS), da Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 4,5% em fevereiro, passando de 128,2 pontos, em janeiro, para 133,9 pontos. O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (10).

O indicador, em fevereiro, atingiu o maior nível desde agosto de 2010, quando chegara a 134,8 pontos, e supera em 1,8 ponto percentual o ICS verificado em fevereiro de 2010. A evolução entre janeiro e fevereiro de 2011 também supera a comparação entre os dois primeiros meses de 2010 (1,7%) e 2009 (3,1%).

O avanço observado em fevereiro reflete tanto o comportamento do Índice da Situação Atual (ISA-S), que teve elevação de 6,3% para 120,3 pontos, após recuar 12,2% em janeiro, como do Índice de Expectativas (IE-S), que avançou 3% em fevereiro para 147,6 pontos, registrando o maior nível desde agosto de 2010 (147,8).

O nível de demanda atual foi o principal motivador do aumento ISA-S entre janeiro e fevereiro, passando de 103,5 para 113,8 pontos. O avanço de 10% no período trouxe uma recuperação parcial do ISA-S após uma queda de 14,6% em janeiro na comparação com dezembro de 2010.

Entre as 2.356 empresas consultadas pela FGV, 25,9% consideram a demanda atual como forte (contra 19,8% no mês anterior), enquanto 12,1% a avaliam como fraca (contra 16,3% em janeiro).

A demanda prevista para os três meses seguintes foi o indicador que mais contribuiu para a elevação do IE-S, com um aumento de 4,3% na passagem de janeiro para fevereiro, de 139,7 para 145,8 pontos, o maior desde setembro de 2010 (146 pontos).

A proporção de empresas que preveem aumento da demanda cresceu de 47,4% para 50,3%, enquanto a fatia das que estimam redução diminuiu de 7,7% para 4,5%.

Jornal Midiamax