Famílias com renda de até R$ 12 mil, poderão financiar imóveis pelo programa Minha Casa, Minha Vida. A decisão do Governo Federal também amplia o valor do imóvel para R$ 500 mil, e promete destravar financiamentos da Classe C.
Essa faixa familiar não terá direito a subsídio, apenas aos incentivos referentes a taxa de juros. Mas, é necessário se programar. O financiamento contempla 80% do valor total do imóvel, o restante é pago como entrada.
A projeção do Governo é de taxa de juros de 10,5% ao ano, considerado baixo. Para o corretor de imóveis de Campo Grande, Wesley Fróes, a novidade deve animar essa categoria de famílias, principalmente em relação ao crédito.
“Os financiamentos dessa categoria de imóveis estavam travados, as famílias não estavam conseguindo realizar a compra, mas com essa mudança, o mercado de avançar sim”, afirma o corretor.
Nesta semana, o presidente Lula assinou um decreto que destina verbas do Fundo Social do Pré-Sal para custear as faixas 1 e 2 do Minha Casa, Minha vida. Com isso, o recurso reservado vai beneficiar a Classe C.
Dicas do corretor
Corretor de imóveis, Wesley Fróis atua com financiamentos pelo Minha Casa, Minha Vida em Campo Grande e dá dicas para quem pensa na casa própria. Essa faixa da Classe C precisa pensar, principalmente, no valor de entrada.
Em caso de imóveis novos é possível financiar 80% do valor total, já em imóveis usados o financiamento varia entre 50% e 70%, dependendo da região. Imóveis novos na planta, costumam dar a opção de parcelar a entrada.
“Nas faixas 1 e 2, é possível parcelar entrada com taxa de juros menor, mas de qualquer maneira, o cliente precisa se preparar e é bom ter uma reserva”, afirma Fróes.
Simulação

A pedido do Jornal Midiamax, o corretor simulou a compra de um imóvel de R$ 500 mil, por família com renda de R$ 12 mil por mês. As diretrizes oficiais da Caixa ainda não foram atualizadas, então ele simulou condições semelhantes.
A simulação considera um imóvel novo, com 80% de financiamento, ou seja, R$ 400 mil e renda mensal de R$ 12 mil. É permitido um comprometimento máximo de até 30% da renda, ou parcela de R$ 3,6 mil.
No sistema PRICE, a parcela começa menor e vai caindo lentamente ao longo do tempo. Isso costuma facilitar a aprovação no início, pois gera uma prestação inicial mais suave.
No SAC (Sistema de Amortização Constante), a parcela inicial é mais alta, pois amortiza o saldo devedor mais rapidamente. Porém, as parcelas vão diminuindo mês a mês.
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