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Cotidiano

Meses após barragem irregular romper, Nasa Park diz que aguarda licença do Imasul para reparos ambientais

Rompimento da represa deixou um rastro de destruição em propriedades vizinhas, arrastando casas, galpões e destruindo a vegetação local
Osvaldo Sato -
nasa park bloqueio
Diversas estruturas foram atingidas após o rompimento da barragem. (Henrique Arakaki, Jornal Midiamax)

Após reportagem do Jornal Midiamax, que relatou acordos feitos entre a A & A Empreendimentos Imobiliários, responsável legal pelo Park, e os moradores que tiveram as residências destruídas pela água da barragem do loteamento, que rompeu em agosto, a empresa se manifestou sobre tais negociações.

Desde o desastre ocorrido em 20 de agosto, as vítimas relataram perdas que vão muito além das materiais, incluindo impactos financeiros, emocionais e ambientais. Proprietários relataram prejuízos que somam valores muito superiores às propostas de acordo feitas pela empresa.

Em nota, a A & A Empreendimentos Imobiliários alegou compromisso com a reparação dos danos e detalhou as ações realizadas desde o desastre. Segundo a empresa, todas as famílias afetadas foram procuradas e receberam apoio.

Esse apoio incluiria doação de bens essenciais, cestas básicas, água potável. Também reparo de danos materiais, restauração de uma motocicleta e a oferta de acompanhamento psicológico, que teria sido recusado pelas vítimas.

A empresa também informou que os acordos já firmados estão sendo documentados e serão apresentados ao Ministério Público, conforme determinação em reunião realizada no dia 25 de novembro de 2024.

Apesar da construção e manutenção da barragem irregularmente por anos, a empresa destaca que os reparos ambientais dependem de licença do Imasul (Instituto de Meio Ambiente de ), o que inviabilizaria intervenções imediatas na área afetada.

Famílias relatam perdas

Um dos casos mais emblemáticos é o da família de Gabriele do Prado, que teve sua propriedade rural devastada. Além de perder casas, animais, plantações e ferramentas, a família enfrenta dificuldades financeiras e de saúde que agravam a situação. Os danos estimados pela perícia contratada pelo Nasa Park variam entre R$ 127 mil e R$ 232 mil, com proposta de acordo fixada em R$ 180 mil, valor contestado pelas vítimas como insuficiente.

Além disso, as denúncias apontam que as abordagens para os acordos incluem a oferta de móveis usados e serviços de limpeza, considerados desproporcionais aos prejuízos. Em paralelo, há relatos de pressão para que as vítimas assinem Termos de Quitação, renunciando a qualquer futura.

O MPMS (Ministério Público do Mato Grosso do Sul) acompanha o caso e orienta as vítimas a não assinarem tais termos sem garantia de reparação integral. Segundo o órgão, os responsáveis pelo empreendimento devem apresentar acordos formalizados para avaliação no processo em andamento.

Confira nota na íntegra:

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