Não há flores cobrindo o círculo que dá o nome ao monumento de na Avenida Duque de Caixas: Relógio das Flores. Além disso, o relógio não faz sua função principal, marcar as horas. A (Secretaria Municipal de Cultura e Turismo) afirma que faz um orçamento para do maquinário.

O ponto fica na referência da entrada da cidade, próximo ao aeroporto e Orla, que diariamente recebe centenas de campo-grandenses e turistas. A única coisa que chama atenção de quem passa por ali é uma placa de inauguração. Apesar de enferrujada, indica que foi inaugurada na gestão do então prefeito, Nelson Trad Filho, em 2012.

Na época, o canteiro ganhou o visagismo da floricultura Vitrine Verde. A ideia é que o relógio se tornasse um ponto turístico e uma espécie de ‘boas-vindas’ para quem chega à cidade de carro ou de avião.

O cenário de abandono não é uma novidade, já que após 3 anos da entrega, a Promotoria de Justiça do Patrimônio Público abriu requerimento para apurar improbidade administrativa relacionada com a instalação do relógio. A denúncia investigava a falta de manutenção e não funcionamento.

A prefeitura alegou que realizou manutenções, mas que o monumento se desgastava com vandalismos. O caso foi arquivado ainda em 2015 com a alegação de que a correta do relógio perdeu a utilidade pela quantidade de danos de vândalos.

Além dos ponteiros e a numeração foram importados, com pintura anticorrosiva, entretanto. Os ponteiros arremetem a algo velho e a numeração está com a estrutura aberta, enferrujada e tomada de grama.

Mesmo sem determinação da previsão de quando uma nova revitalização seria feita, a Sectur informou que está prevista a realização de orçamento para a reforma do maquinário do Relógio das Flores.

Relógio das flores (Nathalia Alcântara, Midiamax)