A morte trágica prematura de Carolina Peixoto dos Santos, Lais Moriningo Paim, Leticia de Mello da Silva e Kaena Guilhen Fernandes desestabilizou a família e amigos que conviviam com as jovens. Nas , se repetem mensagens de despedida e homenagens às vítimas do acidente entre carro e caminhonete que aconteceu na noite de ontem (10), na BR-163, entre Campo Grande e Jaraguari,

“Minha filha foi um para junto de Deus, virou uma estrela”, publicou a de Kaena, ao anunciar a morte da filha em uma rede social. Em outra postagem, ela ainda acrescenta. “Não tenho palavras. Que você seja recebida pelos anjos. Te amarei para sempre”, 

O tio de Kaena também usou as redes sociais e se referiu a ela como “ser humano incrível”. “Que Deus te receba com todas as honras pelo ser humano incrível que você era aqui nessa terra. A saudade será eterna”, finalizou. 

Na mesma rede social, a mãe de Carolina Peixoto descreveu o momento desolador e pediu orações. “É com o coração despedaçado que comunico aos meus amigos o falecimento da minha filha, da minha vida , Carolina. Peço muitas preces pra poder passar por esse sofrimento que está dilacerando meu coração”, escreveu.

Nos comentários, dezenas de pessoas lamentaram às mortes e desejaram forças às famílias.

O velório de Kaena será a partir das 10h30 e o sepultamento às 16h, no Cemitério das Moreninhas. Letícia e Laís serão veladas a partir das 12h e sepultadas no Cemitério das Palmeiras, às 15h e às 16h, respectivamente. 

O acidente 

A colisão envolvendo um Fiat Argo e uma caminhonete Toyota Hilux, que terminou na morte das quatro mulheres aconteceu na , entre e . Levantamento da perícia aponta que ultrapassagem em faixa contínua teria provocado a colisão. 

Conforme informações do boletim de ocorrência, o carro em que as jovens estavam com uma quinta mulher, saiu de Campo Grande com destino a Rio Verde. A caminhonete  era ocupada por um homem de 45 anos, que seguia no sentido Jaraguari – Campo Grande.

A Polícia Civil e a Perícia constataram, após análise prévia da dinâmica do acidente, que a motorista do Argo teria tentado ultrapassagem em faixa contínua, quando colidiu frontalmente com a caminhonete. 

O caso foi registrado como lesão corporal culposa e homicídio culposo na direção de veículo automotor.