Com alimentação enteral em falta no CEM (Centro De Especialidades Médicas) de Campo Grande, mãe de uma criança de 9 anos com Síndrome de Ohtahara, pede ajuda para conseguir alimentar o filho. Há dois meses ela não recebe a alimentação do município e tem dependido de ajuda. Jucelia Alencar Rochete, 41, conta que o filho sobre da Síndrome de Ohtahara e depende de alimentação líquida por sonda desde que nasceu.

Ela conseguiu judicialmente que a prefeitura de Campo Grande forneça o alimento, porém, não recebe há dois meses. Sem receber a alimentação pelo CEM, conseguiu de outras pessoas. “Mas vai acabar segunda-feira e não sei o que vou fazer. Ele está comendo só porque tem pessoas que doaram”, diz ela.

O Edson Carlos da Silva Filho, 9, se alimenta da fórmula infantil enteral Frebini 1.5 ou Isosource 1.5. Jucelia tem outros dois filhos e não consegue trabalhar fora devido aos cuidados diários e intensivos com Edson.

Quem quiser ajudar a família pode entrar em contato com Jucelia no telefone 067 98118-3749 ou no Pix 045.721.551-86.

O que diz a prefeitura?

Questionados sobre a falta de alimentação, a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) informa que, neste momento, há um processo de compra em aberto para atender às necessidades desse e outros pacientes.

“Cabe esclarecer que a Sesau realiza essas compras mediante o cálculo estimado da necessidade ao número de pacientes atendidos, contudo diariamente novas solicitações são inseridas, provocando, assim, alterações naquilo que foi previamente planejado”.

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