Turmas de cursos EJA devem ter pelo menos 15 alunos na rede municipal em Campo Grande

Para garantir a oferta do curso da EJA (Educação de Jovens e Adultos) em Campo Grande, uma resolução foi publicada com a quantidade mínima de alunos por sala, para abertura de novas turmas ou manutenção das que já existem. A quantidade mínima pode variar de 15 a 25 estudantes. Em Campo Grande, 16 escolas da […]
| 08/03/2021
- 13:03
Turmas de cursos EJA devem ter pelo menos 15 alunos na rede municipal em Campo Grande
(Foto: Ilustrativa/PMCG) - (Foto: Ilustrativa/PMCG)

Para garantir a oferta do curso da EJA (Educação de Jovens e Adultos) em Campo Grande, uma resolução foi publicada com a quantidade mínima de alunos por sala, para abertura de novas turmas ou manutenção das que já existem. A quantidade mínima pode variar de 15 a 25 estudantes. Em Campo Grande, 16 escolas da Reme (Rede Municipal de Ensino) oferecem EJA. 

As aulas retornaram em fevereiro na Capital, mas as aulas presenciais continuam suspensas por conta da pandemia de . Caso a situação da pandemia melhore, as aulas podem ser retomadas no primeiro semestre.

Confira quais escolas oferecem EJA no período noturno: Carlos Vilhalva Cristaldo (Jardim Aeroporto), Consulesa Margarida Maksoud Trad (Estrela Dalva I), Dr. Tertuliano Meirelles (Jardim Anahy), José Mauro Messias da Silva – “Poeta das Moreninhas” (Moreninha IV), Nerone Maiolino (Vida Nova), Pe. Tomaz Ghirardelli (Dom Antônio Barbosa), Prof. Antônio Lopes Lins (Caiobá), Prof. Plínio Mendes dos (Guanandi), Prof. Wilson Taveira Rosalino (Aero Rancho III), Profª. Adair de Oliveira (Piratininga), Profª. Elizabel Maria Gomes Salles (Santa Luzia), Profª. Gonçalina Faustina de Oliveira (Jardim Tarumã), Profª. Ione Catarina Gianotti Igydio (Jardim Noroeste), Profª. Iracema de Souza Mendonça (Universitário), Profª. Maria Lúcia Passarelli (Aero Rancho) e a Escola Municipal Osvaldo Cruz, na Vila Palmira, que também oferece a modalidade nos períodos diurno.

A Reme oferece aulas para a EJA, nas séries iniciais (1° ao 5° anos), intermediárias (6° e 7° anos) e finais (8° e 9° anos). “As matrículas são efetuadas na própria unidade escolar, seguindo todos os protocolos de biossegurança, e o candidato se submeterá a uma avaliação diagnóstica que o classifica nas séries iniciais, intermediárias e/ou finais”, explica a professora Magali Luzio, da DED (Divisão da Educação e Diversidade) da Semed (Secretaria Municipal de Educação).

“O aluno que procura a EJA, quase sempre busca terminar os estudos para conseguir uma melhor colocação no mercado de trabalho, uma promoção no emprego. A EJA tem uma grande importância para o aluno, visto que o convívio social e escolar cria uma rede de amizade, entre alunos e professores. Por fim, a satisfação que o aluno tem em se formar é indescritível. Concluir essa fase é fundamental para ele”, afirma o professor Adriano Ramos.

O funcionamento das aulas, em 2021, ocorre de acordo com as possibilidades de cada estudante, por meio de aulas remotas, com uso de tecnologia (vídeos e aplicativos de mensagens), além do material impresso pela escola e outros recursos oferecidos pela Semed, como a Rádio e TV Reme (transmitida pelo canal 4.2 da TVE). Os alunos recebem o caderno de avaliação diagnóstica e, depois de devolvido na unidade, recebem o caderno-base, volume 1, elaborado pela equipe técnica da Semed.

(com informações da PMCG)

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