Prevista para janeiro, reinauguração de atacadista destruído por incêndio é adiada

Inicialmente prevista para o mês de janeiro, a reinauguração do Atacadão da avenida Duque de Caxias foi adiada em Campo Grande. O atacadista foi destruído por um incêndio no mês de setembro do ano passado, quando a estrutura foi comprometida. O incêndio mobilizou quase todo o efetivo do Corpo de Bombeiros e é considerado o […]
| 11/01/2021
- 21:25
Prevista para janeiro, reinauguração de atacadista destruído por incêndio é adiada
Foto: Leonardo de França/Arquivo Midiamax - Foto: Leonardo de França/Arquivo Midiamax

Inicialmente prevista para o mês de janeiro, a reinauguração do da avenida Duque de Caxias foi adiada em Campo Grande. O atacadista foi destruído por um incêndio no mês de setembro do ano passado, quando a estrutura foi comprometida. O incêndio mobilizou quase todo o efetivo do Corpo de Bombeiros e é considerado o maior incêndio em estrutura dos últimos anos. 

O fogo na loja da rede levou quase 48 horas para ser controlado, usando mais de 400 mil litros d’água e tendo um rescaldo que levou o restante da semana para ser concluído. À princípio, a previsão era de que o atacadista fosse reinaugurado ainda no mês de janeiro, o que não deve acontecer.

A assessoria do Atacadão informou ao que a reinauguração foi postergada e ainda não há uma nova data prevista. 

Prejuízo milionário

O incêndio que destruiu a loja do Atacadão na Avenida Duque de Caxias, em Campo Grande, teria consumido parte de estoque que renderia lucro de R$ 18 milhões ao atacadista no final do ano. Conforme informações apuradas pelo Jornal Midiamax, a loja onde incidente aconteceu já estaria sendo abastecida com todo o estoque para o período de final de ano e mercadoria, tanto das prateleiras como o do estoque aos fundos, estaria avaliada em milhões de reais. Tudo foi destruído.

Em novembro, o inquérito que apura as causas do incêndio no Atacadão ganhou um novo indício. O laudo da perícia indicou que o incêndio na loja da rede atacadista poderia ter sido ‘proposital’. Conforme o delegado Bruno Urban, da 7ª DP, o laudo não apontou nenhum indício de curto circuito no sistema do supermercado e nenhuma combustão espontânea, pois no corredor onde o incêndio começou havia produtos inflamáveis, como álcool e demais materiais de limpeza.

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