Cotidiano

Com direito a conhecer viaturas, grupo social e GCM fazem ação natalina para crianças do Alves Pereira

Ação arrecadou 500 brinquedos e 600 quilos de alimento para doação

Dândara Genelhú e Ranziel Oliveira Publicado em 24/12/2021, às 16h46

Ação conta com pula-pula e touro mecânico para as crianças.
Ação conta com pula-pula e touro mecânico para as crianças. - Foto: Ranziel Oliveira | Midiamax.

Crianças do bairro Alves Pereira foram surpreendidas nesta sexta-feira (24) com ação social do grupo Natal Feliz e Solidário e da GCM (Guarda Civil Metropolitana) de Campo Grande. Além de doação de brinquedos e alimentos, os pequenos puderam conhecer as viaturas dos guardas municipais.

O grupo social é formado por amigos, um deles é o Hérik Garcia, 35 anos. “Há mais de 20 anos fazemos esse projeto, para arrecadar brinquedos e alimentos para comunidades carentes”, explicou.

Além da parceria com a GCM, o grupo tem apoio do Tony Gol. A empresa disponibilizou brinquedos como pula-pula e touro mecânico para as crianças do bairro de forma gratuita.

“O objetivo é fazer o bem e ajudar, foram arrecadados mais de 500 brinquedos e 600 quilos de frutas e verduras”, destacou Hérik. O guarda municipal Claudeci José afirmou que a ação ajuda na aproximação da Guarda com a comunidade.

Segundo ele, “o serviço de polícia comunitária é aproximar a segurança pública da comunidade. A comunidade tendo mais confiança na segurança pública ajuda a equipe no combate à criminalidade”.

Além disso, ele explicou que a ação tem o poder de quebrar o ciclo do uso da frase ‘vou chamar a polícia para te pegar’ para as crianças. Então, o encontro com a comunidade serve para “desmistificar e mostrar para criança que ela não tem que ter medo da Guarda, para que no futuro elas tenham uma consciência diferente, mudar esse paradigma”.

Por fim, o líder comunitário Tony Gol, 43 anos, lembrou que realiza o evento há cerca de 10 anos. Além de ações natalinas, ele promove festas no Dia das Crianças em comunidades da Capital.

“Além disso, tenho um projeto social para tirar as crianças da rua, de dança masculino e feminino, futebol e karatê”, disse. Para ele, ajudar os pequenos tem um significado especial, já que foi uma dessas crianças no passado.

“Quando era criança, fui ajudado por uma escolinha e quero retribuir. Para poder entreter a cabeça das crianças e não entrar no caminho errado”, finalizou emocionado.

Jornal Midiamax