Cotidiano

À espera de certidão de nascimento e exames, bebê abandonada em sacola segue no hospital

A recém-nascida que foi abandonada em uma sacola no bairro Guanandi segue internada no HU (Hospital Universitário) da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul). A menina ainda aguarda a certidão de nascimento e o resultado do exame de hemocultura. Conforme informações do Hospital Universitário, a recém-nascida que recebeu da equipe médica o nome […]

Mylena Rocha Publicado em 01/02/2021, às 10h38 - Atualizado às 16h53

Criança foi abandonada logo após o nascimento. (Foto: Divulgação)
Criança foi abandonada logo após o nascimento. (Foto: Divulgação) - Criança foi abandonada logo após o nascimento. (Foto: Divulgação)

A recém-nascida que foi abandonada em uma sacola no bairro Guanandi segue internada no HU (Hospital Universitário) da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul). A menina ainda aguarda a certidão de nascimento e o resultado do exame de hemocultura.

Conforme informações do Hospital Universitário, a recém-nascida que recebeu da equipe médica o nome de Aurora ainda não tem previsão de alta. Ela ainda aguarda o resultado de um exame, mas os demais, incluindo o exame de doenças infecciosas, deram negativo, indicando que a recém-nascida está muito bem. 

A menina virou ‘xodó’ dos profissionais e ganhou até nome. Enquanto permanece internada, ela recebe o carinho dos profissionais da saúde. Inicialmente, ela seria chamada de Ester, mas as enfermeiras mudaram de ideia e a chamam de Aurora. 

Empresária quer adotar bebê

A empresária e arte-educadora Kely Zerial, de 37 anos, que resgatou a bebê recém-nascida quer adotar a criança. Ela já acionou advogado, preparou a documentação e entrou com pedido de guarda, com a expectativa de poder chamar a menina de filha em breve. O detalhe é que Kely estava iniciando tratamento com embriologista para realizar o sonho de se tornar mãe.

“Externei minha vontade em adotá-la. O que senti naquele dia foi algo especial, muito forte e maternal, mexeu comigo. Não tem como descrever o que senti de sexta para sábado. Foi o dia todo de correria entre posto de saúde, hospital e polícia, só parei à noite”, disse.

Jornal Midiamax