Cotidiano

IBGE: Com melhor resultado desde 2011, MS tem alta de 9% no volume de serviços em setembro

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgou, nesta quinta-feira (12), uma nova pesquisa de variação de serviços em Mato Grosso do Sul. O Estado apresentou alta no volume em setembro de 9%. De acordo com o levantamento, o ajuste sazonal é a melhor variação desde março de 2011, sendo a segunda alta consecutiva, […]

Karina Campos Publicado em 12/11/2020, às 17h36

Foto: Ilustrativa/Tânia Rêgo/Agencia Brasil
Foto: Ilustrativa/Tânia Rêgo/Agencia Brasil - Foto: Ilustrativa/Tânia Rêgo/Agencia Brasil

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgou, nesta quinta-feira (12), uma nova pesquisa de variação de serviços em Mato Grosso do Sul. O Estado apresentou alta no volume em setembro de 9%.

De acordo com o levantamento, o ajuste sazonal é a melhor variação desde março de 2011, sendo a segunda alta consecutiva, que sucedeu uma taxa negativa em julho de -0,5%) e uma sequência de três taxas negativas, entre março e maio, com perda acumulada de 10,1% neste período.

O resultado também aponta que MS se recuperou de pernas no setor, comparando ao ano de 2019, o volume de serviços subiu 3,9%, após seis vezes índice negativo. A taxa dos últimos 12 meses recuou 1,5% em setembro de 2020. Além disso, o Estado teve a segunda maior alta entre as UFs, atrás do Piauí (11,5%).

IBGE: Com melhor resultado desde 2011, MS tem alta de 9% no volume de serviços em setembroNo cenário nacional, o setor de serviços avançou 1,8% em setembro, com quadro positivo de 4 meses consecutivo. O ganho acumulado de 13,4% nesse período, no entanto, ainda é insuficiente para compensar as perdas de 19,8% acumuladas de fevereiro a maio.

Já no setor profissionais, administrativos e complementares sofreram queda de -0,6%. Conforme o o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, outros serviços alcançaram maior patamar desde outubro de 2014.

“Muitos trabalhadores ainda estão exercendo suas funções fora do local de trabalho e ainda há muitas pessoas que não estão saindo de casa nem viajando. Por isso, estabelecimentos como restaurantes e hotéis, além do transporte de passageiros, ainda não estão funcionando em plena capacidade, atuando como limitadores de um processo mais acelerado de retomada tanto dos serviços prestados às famílias como do setor de transportes como um todo”, finaliza.

Jornal Midiamax