Cotidiano

Começa instalação de câmeras no Pantanal para analisar rotina de animais após incêndios

Equipes e voluntários do IHP (Instituto Homem Pantaneiro), ONG (Organização Não Governamental) Panthera Colombiana e empresa privada de transmissão de energia, iniciaram nesta segunda-feira (14), a instalação de câmeras de vigilância para monitorar o comportamento dos animais após os incêndios no Pantanal de Mato Grosso do Sul. Conforme o instituto, os equipamentos estão sedo co...

Karina Campos Publicado em 14/12/2020, às 16h09 - Atualizado às 16h42

(Foto: Divulgação/IHP)
(Foto: Divulgação/IHP) - (Foto: Divulgação/IHP)

Equipes e voluntários do IHP (Instituto Homem Pantaneiro), ONG (Organização Não Governamental) Panthera Colombiana e empresa privada de transmissão de energia, iniciaram nesta segunda-feira (14), a instalação de câmeras de vigilância para monitorar o comportamento dos animais após os incêndios no Pantanal de Mato Grosso do Sul.

Conforme o instituto, os equipamentos estão sedo colocados em locais no parque de proteção e preservação da Serra do Amolar, em Corumbá. Além de acompanhar os costumes dos animais silvestres, o objetivo é fazer um levantamento da fauna com o número de bichos que passaram nas regiões pantaneiras no ano passado.

Entre dezembro de 2019 e início deste ano, foram flagradas, nas 48 câmeras, 49 espécies, sendo 32 mamíferos. Com esse segundo levantamento, será possível fazer um comparativo de população da fauna pós o fogo.

O projeto faz parte do Conexão Jaguar, que já atua com ações na região pantaneira, sob coordenação do veterinário, Diego Viana.

Cerca de 1,9 milhão de hectares do território pantaneiro de Mato Grosso do Sul foi devastado durante os incêndios registrados desde janeiro a novembro deste ano. As regiões mais afetadas ainda estão em recuperação e seguem sendo monitoradas para evitar focos de calor.

Jornal Midiamax