Cotidiano

Após 2 mortes e pelo menos 10 contaminações em asilo, SES prepara ação para proteger casas de repouso em MS

O titular da SES (Secretaria de Estado de Saúde), Geraldo Resende, afirmou nesta quinta-feira (30) que a pasta prepara uma ação pioneira para proteção das mais de 77 instituições de longa permanência em MS, antigamente conhecidas como asilos. Segundo o secretário, as medidas de proteção – que não foram detalhadas – foram motivadas devido ao […]

Guilherme Cavalcante Publicado em 30/04/2020, às 12h00 - Atualizado em 17/07/2020, às 23h46

Foto ilustrativa: Henrique Arakaki | Arquivo Midiamax
Foto ilustrativa: Henrique Arakaki | Arquivo Midiamax - Foto ilustrativa: Henrique Arakaki | Arquivo Midiamax

O titular da SES (Secretaria de Estado de Saúde), Geraldo Resende, afirmou nesta quinta-feira (30) que a pasta prepara uma ação pioneira para proteção das mais de 77 instituições de longa permanência em MS, antigamente conhecidas como asilos.

Segundo o secretário, as medidas de proteção – que não foram detalhadas – foram motivadas devido ao risco de contaminação do novo coronavírus nestes estabelecimentos. Resende citou, inclusive, o caso da Leituga Casa de Saúde, em Três Lagoas, na qual houve contaminação de pelos menos 5 trabalhadores de saúde e 5 idosos, sendo dois óbitos.

Resende prometeu o detalhamento para os próximos dias. Ele também mencionou ações para proteção à população indígena de MS. “Queremos anunciar nas próximas ‘lives’ como que está funcionando toda a estrutura da SES nessas várias frentes, para mostrar as experiências exitosas”, destacou.

Em MS, o novo boletim epidemiológico trouxe confirmação de 255 casos – seis desde a última edição, o que representa um incremento de 2,4% no total. Destes 6, apenas dois estão internados e não há pacientes em UTI (Unidade de Terapia Intensiva) da rede pública.

Jornal Midiamax