Cotidiano

Prefeitura de Dourados volta a escalonar salários dos servidores

Em crise financeira, a prefeitura de Dourados realizará o escalonamento de salários novamente na folha setembro dos servidores. O anúncio foi realizado pelo secretário de fazenda, Carlos Dobes. De acordo com o secretário, nesta segunda-feira (7) serão pagos os salários de 6.350 servidores que ganham até R$ 5.739,00 incluídos na chamada “fonte zero” enquanto que […]

Renato Giansante Publicado em 05/10/2019, às 10h42 - Atualizado em 06/10/2019, às 13h24

Dobes, de camisa polo, se tornou efetivo na Fazenda (Renato Giansante, Midiamax)
Dobes, de camisa polo, se tornou efetivo na Fazenda (Renato Giansante, Midiamax) - Dobes, de camisa polo, se tornou efetivo na Fazenda (Renato Giansante, Midiamax)

Em crise financeira, a prefeitura de Dourados realizará o escalonamento de salários novamente na folha setembro dos servidores. O anúncio foi realizado pelo secretário de fazenda, Carlos Dobes.

De acordo com o secretário, nesta segunda-feira (7) serão pagos os salários de 6.350 servidores que ganham até R$ 5.739,00 incluídos na chamada “fonte zero” enquanto que 80% dos servidores da Educação que ganham líquidos até R$ 3.900,00 também terão seus salários creditados.

O gasto para pagamento desta primeira parte será de R$ 14.426.904,53, segundo dados da própria prefeitura. Os demais servidores vão ter que esperar até que novas receitas entrem na conta. A previsão é que o pagamento ocorra ainda na primeira quinzena do mês.

“Ainda na primeira quinzena de outubro serão liberados os salários dos 828 servidores que recebem salários líquidos superiores a R$ 5.740,00”, explicou o secretário.

O escalonamento dos salários vem ocorrendo há meses em Dourados. Efetivado no cargo no mês passado, Dobes adotou o pagamento para servidores que recebem menos. Antigo secretário da pasta, Paulo César Nogueira Júnior adotava o pagamento fracionado para todos os servidores com uma porcentagem igual.

O parcelamento gerou protesto dos servidores que chegaram ameaçar greve. Outro grupo acionou o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) pedindo medidas judiciais cabíveis.

Jornal Midiamax