Carros e muro de escola ficam destruídos com quedas de árvores e placa durante chuva na Capital

A chuva e fortes ventos derrubaram árvores e uma placa de propaganda que destruíram carros e um muro de uma escola estadual em Campo Grande, na noite desta quarta-feira (23). Ninguém ficou ferido em nenhum dos casos. Uma árvore caiu e danificou uma VW Saveiro no Bairro Estrela do Sul, em Campo Grande “Aqui tem […]
| 24/01/2019
- 00:30
Carros e muro de escola ficam destruídos com quedas de árvores e placa durante chuva na Capital

A e fortes ventos derrubaram árvores e uma placa de propaganda que destruíram carros e um muro de uma escola estadual em Campo Grande, na noite desta quarta-feira (23). Ninguém ficou ferido em nenhum dos casos.

Uma árvore caiu e danificou uma VW Saveiro no Bairro Estrela do Sul, em Campo Grande “Aqui tem muito árvore antiga, tudo podre, moradores já pediram para a prefeitura tirar as árvores e nada”, disse o mecânico Evandro Conceição Fernandes, 29.

Carros e muro de escola ficam destruídos com quedas de árvores e placa durante chuva na Capital
Placa de propaganda que destruiu para-brisa (Foto: Via WhatsApp)

Ele conta que o veículo deu perca total já que o teto ficou totalmente destruído. Evandro diz que irá acionar a prefeitura para tentar ser ressarcido pelo prejuízo.

Carros e muro de escola ficam destruídos com quedas de árvores e placa durante chuva na Capital
Muro da escola Escola Estadual Maestro Frederico Liebermann (Foto: Diego Alves)

Na mesma região, outra árvore caiu e quabrou o muro da Escola Estadual Maestro Frederico Liebermann, localizada na Avenida Monte Castelo no Bairro Monte Castelo.

Já na Avenida Cônsul Assaf Trad, próximo à Avenida Mascarenhas de Moraes, uma placa de propaganda de aproximadamente 1,5 metro de comprimento, de uma empresa de trator, se soltou e caiu sobre o para-brisa de um carro Fiat Uno.

Carros e muro de escola ficam destruídos com quedas de árvores e placa durante chuva na Capital
Para-brisa destruído por uma placa de propaganda (Foto: Via WhatsApp)

O vidro do para-brisa ficou destruído.  Chovia e ventava no momento. A placa foi parar no outro lado da avenida. “Eu estava andando devagar, por isso não aconteceu o pior”, disse o condutor do carro, o jornalista Paulo de Camargo Fernandes. Paulo contou que irá estudar a possibilidade de acionar a empresa judicialmente caso não tiver nenhum acordo amigável.

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Estão previstos 24 voos, sendo 13 chegadas e 11 partidas.

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