O Ministério da Saúde começou a se preparar para a vacinação de crianças em novembro, antes da autorização da , e negociou a aquisição de 40 milhões de doses. A entrega dos imunizantes foi condicionada ao aval do órgão. A política, no entanto, enfrenta resistência do presidente Jair Bolsonaro e de apoiadores da ala ideológica do governo. No fim de outubro, antes de a Pfizer pedir a inclusão das crianças na bula do imunizante, diretores da Anvisa foram ameaçados de morte por e-mail por um homem do Paraná.