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Butantan afirma que insumos para 8,5 milhões de doses da Coronavac chegam dia 3 de fevereiro

Nesta terça-feira (26), o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, confirmou que os insumos para produção de novas doses da Coronavac chegarão no Brasil no dia 3 de fevereiro. Após a chegada da matéria-prima os imunizantes demoram em torno de 20 dias para que fiquem prontas e comecem a ser distribuídas. Em coletiva, Dimas Covas […]

Carolina Rocha Publicado em 26/01/2021, às 13h35

(Foto: Reprodução/Ministério da Saúde)
(Foto: Reprodução/Ministério da Saúde) - (Foto: Reprodução/Ministério da Saúde)

Nesta terça-feira (26), o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, confirmou que os insumos para produção de novas doses da Coronavac chegarão no Brasil no dia 3 de fevereiro. Após a chegada da matéria-prima os imunizantes demoram em torno de 20 dias para que fiquem prontas e comecem a ser distribuídas.

Em coletiva, Dimas Covas explicou que estão previstos a chegada de mais 5,6 mil litros de insumos. “Os lotes chegarão na próxima semana, em 3 de fevereiro.Temos mais 5.600 litros [de insumos] em processo de liberação, o que, com os 5.400 litros já anunciados, totaliza 11 mil litros. Com essa quantidade, regularizaremos a entrega”.

Essa quantidade de insumo é capaz de produzir 8,5 milhões de doses da vacina. O diretor afirmou que os restantes das matérias-primas devem ser importados até abril, produzindo um total de 40 milhões de doses. Com chances de uma adicional de 54 milhões, afirmou o diretor.

“Na útlima sexta-feira, enviei um ofício pedindo essa manifestação para que possamos planejar essa produção. O quanto antes houver essa definição, o quanto antes iniciamos o planejamento e traremos essa vacina para o Brasil”.

Sobre o ciclo de produção, Dimas Covas explicou que leva cerca de 20 dias para que as doses estejam prontas e comecem a ser distribuídas. Essa previsão pode ser adiantada ou atrasada, pois depende das particularidades do processo produtivo.

Sobre o atraso dos insumos, o diretor respondeu que aconteceu devido ao processamento burocrático dos documentos. Que vai conforme o que o embaixador da China em Brasília também havida dito na semana passada.

“Acredito que todos sabemos que [atraso na importação] se trata de questão técnica, não política. As vacinas são uma arma para conter a pandemia e garantir a saúde do povo, não um instrumento político”, afirmou Wanming.

“A parte chinesa está disposta a manter a cooperação com o governo do Brasil, com o governo de São Paulo e apoiar em conjunto a parceria entre a Sinovac e o Butantan para que a Coronavac contribua ainda mais para o combate à pandemia no Brasil”.

Jornal Midiamax