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Presidente da Anvisa diz que “nacionalidade da vacina contra Covid-19 não importa”

O presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) Antônio Barra, se pronunciou sobre as vacinas contra a Covid-19. Segundo ele, a Anvisa prioriza a qualidade, eficácia e segurança, independentemente do país fabricante. “Nós temos equipes altamente capacitadas que têm acompanhado todos os protocolos de desenvolvimento, são quatro em vigor no Brasil. Para nós, pouc...

Danielle Errobidarte Publicado em 14/09/2020, às 17h23

Presidente da Anvisa contraiu coronavírus em maio. (Foto: Reprodução/ Fábio Rodrigues - Agência Brasil)
Presidente da Anvisa contraiu coronavírus em maio. (Foto: Reprodução/ Fábio Rodrigues - Agência Brasil) - Presidente da Anvisa contraiu coronavírus em maio. (Foto: Reprodução/ Fábio Rodrigues - Agência Brasil)

O presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) Antônio Barra, se pronunciou sobre as vacinas contra a Covid-19. Segundo ele, a Anvisa prioriza a qualidade, eficácia e segurança, independentemente do país fabricante.

“Nós temos equipes altamente capacitadas que têm acompanhado todos os protocolos de desenvolvimento, são quatro em vigor no Brasil. Para nós, pouco importa a nacionalidade [da vacina], e sim qualidade, eficácia e segurança”, afirmou.

Sobre a suspensão dos testes clínicos, já na fase três, da vacina desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca e a Universidade de Oxford, na semana passada, Barra elogiou a rápida comunicação do voluntário que apresentou reação inesperada.

“Nossa comunicação precisa ser exatamente como foi nesse evento que aconteceu: fluída e tempestiva”, afirmou sobre o acontecido.

O presidente da Anvisa também garantiu que todos os brasileiros que participam do teste estão seguros. A vacina conhecida como AstraZeneca voltou a ser testada a partir de hoje (14) no Brasil.

“Nossos voluntários estão testando a vacina dentro de um universo considerado seguro por nós. O trabalho da Anvisa é também fazer o acompanhamento do processo”, afirmou sobre as vacinas desenvolvidas em outras partes do mundo, como a chinesa Coronavac.

(Com informações da CNN Brasil)

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