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Ministro da Saúde pede ‘etiqueta’ no carnaval para evitar coronavírus

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, pediu aos carnavalescos que tenham mais “etiqueta” nas festividades para evitar o contágio de doenças como o coronavírus. O apelo por bons modos foi feito em Brasília nesta quinta-feira, 6, em reunião com secretários estaduais e municipais para debater os planos de contingência na prevenção ao novo coronavírus. “Tentar […]

Agência Estado Publicado em 06/02/2020, às 17h32

Ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. (Leonardo de França/Midiamax)
Ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. (Leonardo de França/Midiamax) - Ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. (Leonardo de França/Midiamax)

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, pediu aos carnavalescos que tenham mais “etiqueta” nas festividades para evitar o contágio de doenças como o coronavírus. O apelo por bons modos foi feito em Brasília nesta quinta-feira, 6, em reunião com secretários estaduais e municipais para debater os planos de contingência na prevenção ao novo coronavírus.

“Tentar falar isso durante o carnaval, a gente fala que a pessoa tem que ter um pouco mais de etiqueta no carnaval. Agora, eu não conheço ainda o impacto.”, disse Mandetta aos secretários, exemplificando recomendações como lavar as mãos e colocar o cotovelo na frente do rosto ao espirrar.

“Vocês que são secretários municipais dialoguem com seus carnavalescos e peçam um pouco mais de etiqueta carnavalesca, ainda mais naqueles bailes de salão de antigamente, colombina, menos pipoca atrás do trio elétrico… Não sei como vocês vão fazer, cada um faça do seu jeito”, disse o ministro, em tom bem-humorado.

Até a próxima segunda-feira, 10, as secretarias estaduais de Saúde devem enviar ao ministério seus planos de contingência para prevenir e atender eventuais casos suspeitos do coronavírus O boletim mais recente da pasta aponta para suspeitas no País.

De acordo com Mandetta, o País está se preparando considerando um cenário intermediário de casos no Brasil, semelhante à China, epicentro da doença. O ministro afirmou que não há no horizonte, no momento, uma grande epidemia do vírus no País.

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