A pandemia fez com que inúmeras pessoas precisassem trabalhar de suas casas, totalmente online, com uma exposição bem maior do rosto nas telas. Este movimento impulsionou uma busca considerável de procedimentos estéticos na face, posicionando o Brasil como o maior país do mundo em realização de cirurgias plásticas na região.

Segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS, na sigla em inglês), lideramos o ranking com procedimentos como a cirurgia de correção das pálpebras, rinoplastia, que modifica a aparência do nariz, e o lifting facial.

Para os médicos, a procura por cirurgias na face é reflexo da era das selfies e também das reuniões virtuais. “A maior presença online e reflexo constante da imagem na câmera fez com que as pessoas se avaliassem, encontrando defeitos que antes passavam despercebidos”, analisa Dr. Laertes Thomaz Junior, cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira e Americana de Cirurgia Plástica e especialista em lifting facial.

A rinoplastia, por exemplo, foi um dos termos mais buscados no Google Trends nos primeiros meses de 2022, se comparado à palavra “lipoaspiração”. “A cirurgia do nariz foi o procedimento facial mais realizado entre os brasileiros, segundo uma pesquisa da Academia Brasileira de Cirurgia Plástica da Face em 2020”, complementa o cirurgião.

Outro benefício, segundo o especialista, foi o fato de as pessoas trabalharem de casa e terem a possibilidade de usarem máscaras – algo que facilitou a recuperação dos pacientes e dispensou a necessidade de afastamento do trabalho.

“Com o aumento das lives, as pessoas começaram a se autoanalisar e a cirurgia do nariz ganhou popularidade. O nariz, sozinho, consegue embelezar ainda mais o rosto”, explica o cirurgião plástico Dr. Laertes Thomaz Junior, membro da Sociedade Brasileira e Americana de Cirurgia Plástica.

“O home office e as gravações em vídeo acentuaram os pequenos defeitos. No meu consultório, por exemplo, cresceu muito a busca pela cirurgia de lifting facial, que corrige o aspecto envelhecido da face”, explica Dr. Laertes, especializado na técnica Deep Plane de Lifting Facial.

“Comecei a investir na técnica Deep Plane Facelift há mais ou menos oito anos, após conhecer o trabalho de alguns cirurgiões internacionais, referências na área”, explica Dr. Laertes. “Depois disso, optei por investir nessa abordagem, que é bastante específica e requer alto grau de conhecimento, mas traz resultados muito melhores”, complementa o cirurgião.

Com duração de aproximadamente quatro horas, o procedimento de Deep Plane Facelift trata, de forma mais eficiente, problemas como bigode chinês, linhas de marionete, “bochechas de bulldog”, maçãs do rosto caídas e flacidez no pescoço, pois reposiciona músculos, além de ressecar e reposicionar gorduras.

Por atuar em uma camada mais profunda dos músculos, a técnica não gera tensão nos tecidos, o que resulta em uma aparência mais jovem e sem aquele aspecto de “pele esticada” e com uma cicatriz de muito melhor qualidade.

De acordo com o cirurgião especializado em rejuvenescimento facial, com a evolução da tecnologia e novas abordagens cirúrgicas, os resultados são muito mais naturais e o pós-operatório mais tranquilo – algo que atrai ainda mais os pacientes que precisam corrigir imperfeições e melhorar o aspecto da pele.

O cirurgião ressalta, ainda, que não apenas lifting facial e rinoplastia tiveram um
aumento significativo, mas também outros procedimentos, como implantes faciais, cirurgia de pálpebras (blefaroplastia), e diminuição de testa. “Todos têm o objetivo de corrigir pontos específicos da face e melhorar a aparência, que ficou mais em evidência com as lives”, conclui.

*Esta é uma página de autoria de TH IMPRENSAS SP e não faz parte do conteúdo jornalístico do MIDIAMAX.