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Trabalho voluntário: conheça 5 opções de fazer o bem em Campo Grande

Ainda é tempo de fazer metas para 2018 e fazer o bem está entre os desejos de muitas pessoas. O trabalho voluntário é umas das ações mais gratificantes que, além de ajudar quem necessita, traz paz e amor àqueles que doam um pouco de si. E trabalho voluntário é doação. Mas não de recursos, e […]

Tatiana Marin Publicado em 25/02/2018, às 09h17 - Atualizado em 04/06/2018, às 12h09

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Trabalho voluntário

Ainda é tempo de fazer metas para 2018 e fazer o bem está entre os desejos de muitas pessoas. O trabalho voluntário é umas das ações mais gratificantes que, além de ajudar quem necessita, traz paz e amor àqueles que doam um pouco de si.

E trabalho voluntário é doação. Mas não de recursos, e sim de atenção, dedicação, caridade, amor e algo que ultimamente é caro e escasso: o tempo. Em Campo Grande há diversos locais que precisam de ajuda e aqui sugerimos 5 opções. Confira!

1. Cotolengo Sul-mato-grossense

Um dos locais que aceita o trabalho de voluntários é o Cotolengo Sul-mato-grossense, que há 20 anos atende crianças com paralisia cerebral grave. Os voluntários podem ajudar com o tempo que dispuserem na cozinha, limpeza, lavanderia, além de alimentar as cerca de 50 crianças. Além disso voluntários capacitados nas áreas de fisioterapia, fonoaudiologia e enfermagem também são bem vindos.

“Precisa ter muito carinho e amor. Não são difíceis de lidar, mas precisam de paciência e dedicação. É muito importante ter ajuda de voluntários, principalmente com a crise. Eles dão aquela mão amiga”, diz padre Valdeci, responsável pela entidade.

Conheça mais do trabalho realizado pelo Cotolengo pelo site da instituição ou faça uma visita à entidade na Rua Jamil Basmage, 996, no bairro Mata do Jacinto, em Campo Grande.

2. Asilo São João Bosco

​Após uma reorganização em todo o Asilo São João Bosco, a entidade finalmente está entrando novamente nos trilhos. Todas as dívidas trabalhistas foram regularizadas, além de diversas mudanças que reduziram custos, como troca de iluminação e equipamentos elétricos para diminuir o consumo de energia.

Entretanto o Asilo ainda precisa do auxílio da população, não somente com doações, mas com o trabalho e atenção. Entre médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, estagiários em vários setores, cuidadores, atendentes, encarregados de limpeza, cozinheiras, nutricionistas, entre outros, a entidade tem mais de 100 funcionários e atende cerca de 90 idosos.

“Precisamos de vários voluntários de todas as áreas. Recebemos muitas doações, a sociedade gosta do asilo. Mas precisamos de pessoas que venham para sentar e conversar com eles. Já fazem muito. Às vezes recebemos barbeiros e cabeleireiros, eles trazem os equipamentos e fazem a barba e cortam o cabelo dos idosos”, exemplifica o vice-presidente da instituição Thales Souza de Campos. Cada um pode usar seu talento para ajudar.

Visite o Asilo, à Av. José Nogueira Vieira, 1900, Bairro Tiradentes, em Campo Grande e acesse o site da instituição para saber mais.

3. Grupo de Amor à Vida

O GAV ‒ Grupo de Amor à Vida é uma entidade que luta contra o suicídio e conta unicamente com voluntários para ajudar aqueles que estão sofrendo. O Grupo está sempre precisando de novos atendentes para plantões de 4 horas semanais.

Pelos números 141 em Campo Grande ou (67) 3383-4112 e 3383-4113 voluntários estão disponíveis para ouvir aqueles que estão sofrendo. Atualmente o GAV conta com apenas 36 voluntários, quando o ideal seria 60 pessoas para cobrirem todos os horários.

“Não estamos conseguindo atender 24 horas por falta de voluntários. O atendimento está acontecendo das 7h às 23h. E de madrugada, às vezes, é o momento que as pessoas mais se sentem só e precisam conversar com alguém. Para ser voluntário, é preciso ter mais de 18 anos e espírito solidário”, explica o coordenador de divulgação do GAV Roberto Sinai.

Os novos voluntários passam por treinamento de cerca de 3 meses, no qual aprendem a ouvir. “O GAV não aconselha, não direciona e não julga. Não oferece tratamento ou acompanhamento. É um amigo daquela hora”, completa.

Quem desejar conhecer o serviço, pode visitar o local, que fica na Rua Alexandre Farah, 37, Bairro Amambaí. Os treinamentos acontecem às quartas-feiras à noite, aos sábados ou domingos à tarde.

4. Mãos Que Ajudam

Um programa permanente de ajuda humanitária e de serviço comunitário, o Mãos Que Ajudam, mobiliza milhares de voluntários de todas as idades em todo o Brasil. Desenvolvido por A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, o grupo atua em parceria com outras entidades, instituições religiosas, empresas privadas, órgãos governamentais ou organizações assistenciais para levar ajuda em asilos, orfanatos, creches, ruas e onde houver necessidade.

Desde reforma em escolas e praças a esforços de captação de itens para doação, os voluntários já atuaram em diversas instituições. Entre algumas das ações realizadas estão o plantio de árvores em parques, campanha de doação de sangue, e ajudas em asilos e orfanatos.

Para saber mais e como ajudar, entre em contato com Isaías (99146-6445) ou Valéria (99251-0694) ou visite o site do programa.

5. A Rede Feminina de Combate ao Câncer de Campo Grande

​Atuando dentro do Hospital do Câncer Alfredo Abrão e integrando a Fundação Carmem Prudente de MS, a Rede Feminina de Combate ao Câncer conta com voluntárias que auxiliam os pacientes da entidade. As tarefas desempenhadas pela equipe vão desde a realização de atividades voltadas aos pacientes, fornecimento de cestas básicas, perucas, lenços, sutiãs com próteses, kits de higiene e outros itens necessários aos mais carentes.

Aos pacientes vindos do interior, a Rede também faz o suporte, através da Casa de Apoio, com 32 leitos e média de 1.400 diárias por ano. Além da estadia, são fornecidos aos pacientes alimentação e transporte durante o período do tratamento.

Para fazer parte da Rede Feminina de Combate ao Câncer, entre em contato pelo telefone 3324-7676 ou pelo e-mail [email protected]. Conheça mais sobre a entidade acessando a fan page da Rede no Facebook.

Jornal Midiamax