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Minas Gerais registra segunda noite de ataques a veículos e prédios

Pelo menos sete cidades mineiras sofreram ataques

Ana Clara Santos Publicado em 05/06/2018, às 17h31

Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros
Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros - Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

Entre as 18h de segunda-feira (4) e a madrugada desta terça-feira (5), mais de 11 veículos, entre carros e ônibus foram incendiados em, pelo menos, sete cidades de Minas Gerais. Desde o último domingo (3), quando ataques criminosos começaram no estado, foram queimados ao todo 35 veículos, de acordo com a Polícia Militar. Até o momento, não há registros de feridos

De acordo com informações da Agência Brasil, a PM informou que na segunda noite de ataques foram registradas ocorrências nos municípios de Itajubá, Luz, Passos, Tupaciguara, Uberaba, Uberlândia e Varginha. Segundo a imprensa local, ainda tiveram casos em Alterosa, Alfenas, Araxá, Machado, Três Pontas, Itajubá e Ipuiuna, mas a PM não confirmou a informação.

Também foram alvo das ações criminosas duas agências bancárias, um caixa eletrônico de autoatendimento, uma delegacia, uma unidade da PM e uma usina de reciclagem. Ainda será investigado o vínculo entre todas as ocorrências.

O governador de Minas, Fernando Pimentel, determinou que as forças de segurança pública priorizem a identificação e punição dos responsáveis pelo ataque. Até o momento, quarenta suspeitos já foram levados para prestar depoimentos.

As autoridades do estado estão mantendo em sigilo os resultados preliminares das investigações, contudo, representantes da PM e da Polícia Civil admitem que uma das hipóteses levantadas é de que os ataques sejam comandados por líderes de uma facção criminosa.

Na segunda-feira, o major Flávio Santiago, porta-voz da PM mineira, afirmou que a hipótese de participação de facções criminosas ganhou força depois que áudios atribuídos a bandidos circularem nas redes sociais. De acordo com Santiago, o serviço de inteligência da corporação descartou a veracidade das mensagens, pois, concluíram que não tinham conexão com os crimes recentes.

Informações Agência Brasil

Jornal Midiamax