Nesta quarta-feira (6), foi publicada a demissão da Dirce Veron pela SED (Secretaria de Estado de Educação). Ela é acusada de extorsão e chegou a ser presa em 2019 pelos crimes cometidos na região de Dourados, a 225 quilômetros de .

Em 2020, o sargento Waldison Cândido Francisco foi excluído da . O ex-policial foi preso em flagrante em outubro de 2019, acusado de extorquir os sitiantes em Dourados, prometendo amenizar os conflitos com as comunidades indígenas.

Segundo a denúncia oferecida pelo (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), o dono de uma das propriedades localizada na área de conflitos teve a informação de que uma professora o ajudaria.

Então ele se encontrou com a mulher, Dirce Veron, que exigiu R$ 150 mil dos sitiantes. Este valor seria supostamente dividido entre as lideranças indígenas. A vítima hesitou, quando a mulher ligou para o policial militar Waldison, que foi ao local.

Ainda segundo a denúncia, ele se apresentou como policial e Dirce comentou que ele exercia boa influência na comunidade indígena. Já no dia seguinte, o sitiante recebeu fotos de Waldison ao lado de lideranças, mostrando que ele realmente os conhecia.

Novamente os três se reuniram e o militar chegou a comparecer na viatura oficial. Foi então que ele cobrou ainda mais dinheiro, R$ 15 mil para “fazer um pucheiro” para os índios.

A vítima acabou cedendo e disse que pagaria R$ 120 mil com os outros sitiantes, em quatro parcelas. No dia combinado, o homem levou os R$ 30 mil e, assim que entregou o dinheiro, equipes da Polícia Civil que já estavam na investigação do caso, fizeram a prisão em flagrante junto com a Polícia Militar.

O policial acabou denunciado por extorsão e concurso de pessoas. Atualmente ele estava lotado no Batalhão da Polícia Militar de Guarde e Escolta.

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