O governo Federal divulgou balanço de investimentos e projetos para Mato Grosso do Sul em 2023. O relatório que contabiliza ações da gestão até o dia 11 de agosto aponta R$ 44,7 bilhões em obras e serviços no estado.

Os recursos integram o novo Pac (Programa de Aceleração do Crescimento) com pacote de R$ 44,7 bilhões para Mato Grosso do Sul, para a conclusão de 14 obras a serem realizadas e concluídas em Campo Grande. A lista integra a construção do contorno de Três Lagoas; Adequação da de Alto a Porto Murtinho; Aeroporto de Dourados; e Moradias Minha Casa, Minha Vida.

O balanço também traz o programa Mais Médicos. Entre janeiro e julho de 2023, foram alocados mais 8 médicos no estado, chegando a 189 em atividades. Enquanto em 2015, eram 211 profissionais. Até o final de 2023, haverá um adicional de 139 médicos, chegando a 328 profissionais no estado, podendo atender até 1,1 milhão de pessoas.

Outro programa é o de redução de filas de cirurgias, que prevê a realização de 11,1 mil cirurgias no estado, com R$ 2,7 milhões já transferidos. Para o SAMU, são 27 ambulâncias básicas e 7 UTI móveis em funcionamento.

O relatório destaca a ampliação das UBS (Unidades Básicas de Saúde). No primeiro semestre, seis unidades entraram em funcionamento, chegando a 615 no estado. Na atenção Primária à Saúde, foi registrado no primeiro semestre, 26 novas equipes, chegando a 710 equipes de saúde família e 20 de atenção básica no estado.

O governo federal também chegou a liberar R$ 21,2 milhões para o estado, em apoio a 27 entidades filantrópicas da saúde, inclusive, as Santas Casas, em 7 municípios.

No setor cultural, foi lançada a Lei Paulo Gustavo. Até julho, foram repassados R$ 47,7 milhões para a Cultura, para o estado e para 49 municípios (de um total de 79 municípios). Na educação, o PNAE teve 581,5 mil alunos atendidos em 1,5 mil escolas, totalizando um repasse de R$ 45,8 milhões até julho.

No período também foram registradas as obras do , com retomada de 32 obras (11 paralisadas e 21 inacabadas) em 16 municípios, que poderão ser retomadas. A maioria (93,8%) começou entre 2007 e 2016 e contempla construção, ampliação e reforma de creches, pré-escolas, escolas e quadras poliesportivas escolares.

Ainda conforme o relatório, o teve 204,5 mil famílias recebendo o benefício em julho, em média R$ 696 por família. Foram 120,4 mil crianças de 0 a 6 anos ao mês com R$ 150, além de 177,8 mil crianças e adolescentes de 7 a 18 anos incompletos e 10,4 mil gestantes recebendo R$ 50. O total transferido no mês foi R$ 141,7 milhões.