A negociação de acordo eleitoral em Dourados estaria por trás de suposta agitação que atinge os corredores de secretaria no Parque dos Poderes. Assim, conversas de olho nas eleições municipais no maior colégio eleitoral do interior de Mato Grosso do Sul teriam feito até chefe pedir a cabeça de subalterno.

Além disso, o pavor pelo andamento de investigações que correm a passos largos estaria sendo usado como moeda nas tratativas de aliança eleitoral de olho na prefeitura douradense.

Segundo se comenta, a briga misturou interesses eleitorais com necessidade de segurar ‘rojão’ que promete estourar com grande impacto pros lados da Terra de Marcelino.

Assim, grupo que já se articula em diversos órgãos em busca da blindagem necessária tentou usar o braço político e o acordo eleitoral para evitar escândalo.

Acordo eleitoral deve caminhar com todos no mesmo lugar

Na instituição que estaria no olho do furacão, colegas de diferentes grupos chegaram a se organizar para ver como podem aproveitar a ocasião. No entanto, as implicações públicas de qualquer mudança já teriam sido meticulosamente calculadas, supostamente frustrando até pré-candidaturas em Dourados.

Enfim, no vai e vem das conversas pré-eleitorais, parece que todo mundo fica.

Fica quem já está no cargo, fica quem já estava no partido, e fica apavorado quem já estava apavorado.

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