O Paço Municipal de Campo Grande experimentou muitas emoções nos últimos meses. Agora, vivencia o drama de um que deixa muita gente desesperada dos dois lados. Quem tem algo a temer está assustado, dizem servidores.

O alvoroço é visível nas conversas nervosas. Assim, tem desde gente pagando por informações reservadas, até quem mandou limpar tudo e por fogo no acervo da antiga sala.

Enquanto isso, outros tentam fazer limonada dos limões que sobraram. Conversas patéticas tentam salvar ativo eleitoral que restou de 2022, mas até nomes faltam para suposto projeto de poder no Paço Municipal de Campo Grande.

Última ideia, de tentar emplacar alguém da próxima geração, seria mais uma forma de distrair uma família enquanto outra supostamente manteria o ritmo de ‘fim de festa’.

Mas, dizem que nem o rebento abençoado se empolgaria com a ideia.

Por outro lado, servidores de carreira revelam que estaria em andamento uma das maiores movimentações para abafar e limpar supostos rastros e vestígios de ‘derrapadas administrativas’ no Paço Municipal.

Entrariam na lista desde pequenos ‘mensalinhos’ de fornecedores com ‘rachid’ instituído, até brigas para segurar nomeadas que poderiam reclamar e fazer barulho caso perdessem a vaga.

Paço Municipal: servidores reclamam do clima

Com gente desesperada dos dois lados, quem acompanha de perto garante que o no Paço Municipal em nada lembra os tão propalados ‘frutos do Espírito’.

É uma referência à passagem bíblica de Gálatas que lista quais seriam ‘virtudes’ de quem vive em comunhão com o ‘Espírito Santo’.

“Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio”, relata a Bíblia.

‘Obras da carne’ surpreendem servidores antigos

“De gente que vive citando a Bíblia, como servidor aqui há quase 20 anos, eu esperava paz. Desde o Olarte, que era pastor, passando pelo Marquinhos, que vivia recitando versículos, até agora, só tenho visto o que eles chamam de obras da ”, analisa servidor público de carreira.

O funcionário se refere ao mesmo trecho de Gálatas, em que o texto bíblico compara os ‘frutos do espírito’ com as chamadas ‘obras da carne’.

“As obras da carne são imoralidade sexual, impureza e libertinagem, idolatria e feitiçaria, ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e inveja, embriaguez, orgias e coisas semelhantes”.

“Tirando a feitiçaria, que pelo menos por enquanto não descobrimos nada, tenho visto todo o resto nos últimos anos nestes corredores e gabinetes do Paço Municipal”, lamenta.

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