Desde a semana passada, rumores sobre um fuzil em Campo Grande supostamente tentam amedrontar rivais na disputa pelo controle do jogo do bicho na capital de Mato Grosso do Sul.

No entanto, a boataria coincidiu com investigação sobre fuzis roubados do Exército Brasileiro e o tiro saiu pela culatra. Além disso, dizem que os termos dos boatos acabaram expondo amadorismo e falta de ‘esperteza’.

“Um grupo que se diz do crime organizado espalhar um rumor deste justamente quando o Brasil inteiro está de olho nas investigações sobre os fuzis que sumiram da unidade militar em Barueri (SP) é de uma burrice sem tamanho. Campo Grande entrou no foco das apurações imediatamente”, ensina servidor federal que atua na segurança pública.

Fuzil em Campo Grande: comum entre a bandidagem

Mortes violentas causadas por fuzil em Campo Grande não são novidade quando o assunto é a guerra pelo controle de atividades ilegais no território campo-grandense.

Além do narcotráfico e do contrabando de cigarro, o jogo do bicho também é uma ‘franquia’ disputada. Em muitos casos, estas ‘guerras’ recrutam servidores corruptos da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública).

Há poucos meses, em junho deste ano, um pistoleiro suspeito de executar mais de 10 alvos acabou morto. Com ele, os policiais acharam um fuzil em Campo Grande. Aliás, dois fuzis.

Ou seja, segundo policiais, a ameaça de que um fuzil teria sido trazido para a cidade nem parece tão assustadora para a bandidagem.

No entanto, os rumores e boatos acabam se espalhando nos bastidores da segurança pública. Por fim, dos grupos no WhatsApp para informes a unidades nacionais, é um pulo.

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