Gaveta


Gradualmente, o caso Cesare Battisti se torna página virada para a Justiça brasileira. Incluindo aí a de Mato Grosso do Sul: a 3.ª Vara Federal de Campo Grande reconheceu o trânsito em julgado de denúncia contra o italiano, extraditado para o país de origem após uma longa disputa em tribunais e diplomática. A acusação era de evasão de divisas.

Tocaia


Para quem não se lembra, Cesare Battisti foi preso na fronteira entre Corumbá e a Bolívia, em 4 de outubro de 2017, tentando deixar o Brasil levando US$ 6 mil e € 1.200 euros sem autorização. Ele havia deixado São Paulo no dia anterior, pernoitou em Campo Grande e seguiu para a fronteira, onde a PF já estava a postos esperando Battisti.

Extinto


Despacho publicado nesta sexta-feira (8) pelo juiz Bruno Teixeira apontou acórdão de instância superior declarando extinta sua punibilidade na ação penal com base no inciso III do Artigo 107 do Código Penal (que prevê extinção de punibilidade “pela retroatividade de lei que não mais considera o fato como criminoso”.

Perpétua


Em tempo: depois de uma disputa diplomática envolvendo indulto presidencial do então presidente Lula (que chegou ao STF e acabou revisto por Michel Temer), Battisti foi extraditado para a Itália, onde cumpre prisão perpétua por 4 homicídios na década de 1970 –que teriam relação com luta política– e recentemente viu afrouxar as regras do regime penal.

Alfinetada

Deputada federal de Mato Grosso do Sul usou as redes sociais para ironizar foto de deputados de Mato Grosso do Sul e demais regiões do país, ao lado de Javier Milei e Bolsonaro. “Exemplo de que ambiente tóxico estraga câmera fotográfica”, escreveu. Isso porque, a imagem postada ficou um tanto embaçada e com qualidade baixa.