O deputado federal Chiquinho Brazão (Sem partido – RJ) foi levado ao hospital em Campo Grande para realizar um procedimento no coração, na manhã desta terça-feira (18). O parlamentar está preso no Presídio Federal na Capital há cerca de 1 ano acusado de matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, em 2018.
Sob forte escolta policial, o Brazão deixou o presídio para ir ao hospital pela segunda vez. Conforme apurado pelo Jornal Midiamax, um cateterismo em fevereiro constatou a necessidade de uma angioplastia para a colocação de Stent.
“A informação era de que o procedimento havia sido autorizado pelo plano de saúde. Imaginamos que a ida ao hospital deva ter sido para a realização do procedimento”, diz a advogada Rita Machado, que integra a equipe jurídica do deputado, à reportagem.
Brazão foi diagnosticado com coronariopatia, uma condição que afeta as artérias do coração, e já passou por intervenções coronarianas no passado.
Prisão de Chiquinho em Campo Grande
Com um aparato policial reforçado por agentes da Polícia Federal, Militar e policiais penais federais, o deputado federal Chiquinho Brazão chegou a Campo Grande, em 27 de março de 2024, para ser encaminhado para o Presídio Federal.
Cerca de 15 policiais fizeram a escolta do deputado até o Presídio Federal. A prisão aconteceu em 24 de março, em uma operação da Polícia Federal, no caso Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro, assassinada com o motorista Anderson Gomes em 2018. Já o irmão de Chiquinho foi para Porto Velho após transferência.
O delegado Rivaldo Barbosa, suspeito de participar do crime, ficará encarcerado em Brasília. Então, Chiquinho e o irmão são apontados na investigação como mandantes na morte de Marielle. Já Rivaldo Barbosa teria protegido os suspeitos.
Além dos homicídios, o trio também responde pela tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves. Auxiliam na operação a Secretaria de Estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro e a Secretaria Nacional de Políticas Penais, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Por fim, vale lembrar que a operação tem como alvos os autores intelectuais dos crimes de homicídio, conforme a investigação. A ação também apura os crimes de organização criminosa e obstrução de justiça.
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