Com as eleições de 2024 chegando, várias mudanças devem acontecer, principalmente à frente de algumas secretarias da Prefeitura de . Ex-políticos entram na disputa e vereadores licenciados podem voltar para a tentando garantir um lugar na Casa de Leis.

O atual secretário municipal de saúde, (Patriota), por exemplo. Vereador licenciado, deixa a pasta em breve e volta para a Câmara. Ao Midiamax, ele disse que ainda não tem uma data definida para o retorno, mas durante uma agenda pública, a prefeita da Capital, Adriane Lopes (PP), adiantou que ele deixa a frente da para retornar à Casa de Leis.

O também vereador licenciado João Rocha (PP), hoje em dia, é secretário de governo da prefeitura de Campo Grande, mas também não descarta a possibilidade de retornar para a Câmara. Diferente do Sandro Benites, o parlamentar ainda não definiu o retorno e diz que segue ‘negociando'.

O Secretário da Sidagro (Secretaria Municipal de Inovação, Desenvolvimento Econômico e Agronegócio), Adelaido Vila, também não descarta a possibilidade de disputar uma cadeira na Casa de Leis. O Midiamax entrou em contato com o secretário, que confirmou estar em ‘negociações'.

Outros ex-parlamentares que ocupam cargos na Prefeitura da Capital também devem concorrer às eleições de 2024. Um exemplo é o ex-vereador Francisco Almeida Telles, conhecido como Chiquinho Telles.

Chiquinho não se reelegeu em 2020 e hoje em dia está à frente da subsecretária de Articulação Social e Assuntos Comunitários. Há alguns meses, ao Midiamax, o subsecretário já havia comentado que disputaria uma vaga para tentar retornar à Câmara.

O mesmo acontece com o também ex-vereador Alex Melo, que ficou conhecido como ‘Alex do PT', apesar de não ser mais filiado ao partido há anos. Ele também é nomeado na prefeitura de Campo Grande. Ao Midiamax, ele não ‘bateu o martelo' dizendo que vai concorrer, mas também não descarta a possibilidade de tentar voltar à Casa de Leis.

Quem também já foi vereador e deve voltar para a disputa em 2024 é o Francisco Gonçalves, mais conhecido como ‘Veterinário Francisco'. O parlamentar, de forma discreta, já começou a campanha. Em 2020, fez 4.223, mas devido à coligação não foi eleito.