O evento do PL Mulher deste sábado (24) em compõe uma série de passagens do partido por estados brasileiros. A presidente nacional do PL Mulher e ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro disse em discurso que nos últimos três meses de viagens, o partido cresceu mais de 30%.

Mulheres filiadas de fizeram caravana para participarem do evento, com aproximadamente 80 que chegaram a Campo Grande. Após a chegada de Michelle, com bastante euforia e comemoração do público, a presidente estadual do PL Mulher, Naiane Pollon, discursou.

Naiane é esposa do deputado federal e presidente do partido em Mato Grosso do Sul, Marcos Pollon. “Sou mãe, esposa do deputado Pollon, dona de casa. Sou uma pessoa comum, fazendo coisas comuns e sei que posso mudar o meu país, fazendo a minha parte. Aceitei esse desafio de encontrar mulheres para caminharem junto comigo”, citou.

A presidente estadual ainda falou em mudanças e agradeceu a presença de Michelle e também da vice estadual, Mariana Amaral, de Três Lagoas. “Quero dizer para vocês que somos fortes e batalhadoras. Se conseguirmos transformar o nosso lar, vamos mudar a nossa comunidade, nossa cidade, nosso país”, disse.

Esposa do deputado federal Rodolfo Nogueira, Gianni Nogueira que assumiu o PL em com o marido foi chamada ao palco por Naiane, que agradeceu o apoio. “São momentos difíceis, mas juntas vamos conseguir transformar. Tenham coragem e façam parte da política. PL vem para mostrar que vocês têm espaço e têm voz”, disse.

“Eu nunca fiz parte, fui pega de surpresa fazendo campanha pro meu marido. É assim que começa, você é parte disso. Ninguém nasce líder. A Michelle um dia subiu uma rampa, e tomou uma posição para salvar uma nação”, afirmou Gianni.

Foco em filiar mulheres

Representantes do PL Mulher (Henrique Arakaki, Midiamax)

Michelle Bolsonaro iniciou o discurso falando sobre o papel da mulher no estado, de trabalhar e ajudar o próximo. Ela agradeceu ao agro, “que alimentou o povo brasileiro em momentos difíceis”, e agradeceu a senadora Tereza Cristina (PP), que não esteve no evento.

A ex-primeira-dama e presidente do PL Mulher citou as recentes viagens feitas com o partido. “Estamos viajando, levamos o PL mulher para 16 estados em apenas 7 meses e hoje retomamos a nossa viagem por Mato Grosso do Sul. O PL Mulher existe há dez anos no papel, mas de fato começamos em fevereiro do ano passado”, disse.

“Em três meses viajando e trabalhando crescemos 33,5% porque as pessoas confiam no nosso presidente eterno Jair Messias Bolsonaro. Ele veio para plantar uma semente no coração das crianças e isso ninguém nunca vai negar”, afirmou Michelle.

Michelle ainda lembrou quando decidiu apoiar Bolsonaro na candidatura para presidente. “Eu dona de casa que levava crianças para escola, trabalhava na igreja cozinhando”, contou sobre a época em que recebeu o pedido de apoio do marido.

Após ver um vídeo de Leleu Matheus, que sofre de uma doença rara chamada epidermólise bolhosa, Michelle contou que pediu a Deus para que junto com o marido pudesse chegar ao poder, para ajudar pessoas com a mesma condição.

Ela lembrou que assim construiu o primeiro protocolo de atendimento a crianças com essa doença rara, uma homenagem ao Leleu. A ex-primeira-dama ainda teceu comentários contra o atual presidente Luiz Inácio da Silva (PT).

“Gastaram 16 milhões com aluguéis de carros para viagens. E agora estão tirando dinheiro de comida da boca do nosso povo para mandar para Cuba, para seus amiguinhos ditatorezinhos”, disse.

“Ministro dos direitos desumanos participando sorridente de desfile que estava demonizando a polícia. A mesma escola de samba enaltecendo o crime e a bandidagem. Só posso crer que Deus está permitindo esse momento para que o povo veja tudo isso. Homem é que prega comunismo, mas gosta do que o capitalismo pode proporcionar. Ele é mais capitalista que nós aqui', disse também ao lembrar o desfile da Vai-Vai no Carnaval deste ano.

Por fim, a presidente do PL Mulher disse ainda “A política para a mulher é muito mais difícil. Tem o machismo sim.  Os precisamos da cota, precisamos da ajuda dos nossos meninos. Mas precisamos da cota para que as mulheres sejam protagonistas”.