Se houver decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) quanto à apuração de eventuais ações em atos antidemocráticos e suspensão das posses de parlamentares de Mato Grosso do Sul, os suplentes serão convocados.

Na sexta-feira (27), o STF pediu à PGR (Procuradoria-Geral da República) o parecer, em 24 horas, sobre solicitação encaminhada pelo Grupo Prerrogativas, que pede suspensão da posse e a apuração de suposto envolvimento de parlamentares, não só de MS, no ataque aos Poderes, em 8 de janeiro, em Brasília.

Do Estado, foram listados os deputados federais Luiz Ovando (PP), Marcos Pollon (PL), Rodolfo Nogueira (PL) e os deputados estaduais João Henrique Catan (PL) e Rafael Tavares (PRTB), pelo Grupo Prerrogativas

Quem são os suplentes

Conforme resultado das eleições 2022, divulgado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Walter Carneiro é o primeiro suplente do PP, que poderia assumir o mandato de Ovando; Luana Ruiz da Silva é suplente do PL.

Deputado que não conseguiu ser reeleito, Loester Trutis (PL) também ficou como suplente e poderia assumir o lugar de Rodolfo Nogueira (PL) na Câmara Federal.

Já na Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul), a mudança ficaria por conta de Raquelle Lisboa Alves Souza, suplente do PL e esposa de Trutis. No caso dela, o mandato que poderia assumir seria de João Henrique Catan.

Iara Diniz Contar, casada com o deputado Renan Contar, que encerra o mandato, é suplente do PRTB, portanto, caso a denúncia seja aceita, ficaria no lugar do deputado eleito Rafael Tavares.