Com investimentos que totalizam R$ 17.240.000,00, o atual prédio da Municipal entra em reforma. Dentro de 40 dias, o Legislativo deverá se mudar para um espaço localizado no Avenida, que fica na Marcelino Pires. O local era utilizado por um supermercado da cidade.

Segundo informações do presidente da Casa, vereador Laudir Munaretto (MDB), a opção pela reforma das atuais instalações da sede do legislativo municipal busca preservar a história do prédio, construído há mais de quatro décadas e onde a Câmara funciona há pelo menos 25 anos.  

“Já havia passado a hora de iniciarmos essa reforma e ela se dá agora com vistas à eliminação dos riscos existentes e busca melhorar a segurança das redes elétricas e hidráulicas, toda a parte estrutural do prédio, bem como a adequação do espaço físico, redes de internet, dentre outros já defasados em razão do tempo de construção desse prédio”, justificou Laudir.

“Procuramos fazer de maneira que os serviços sejam concluídos ainda dentro do atual mandato, para que não fique uma inacabada para a próxima gestão e corra o risco de não terminar”, disse, apontando ainda para o risco de se criar um ‘elefante branco’ caso optasse pela construção de uma nova sede, em outro local, e, por vários fatores, inclusive climáticos, não conseguir cumprir os prazos.

Durante as obras de reforma e ampliação do prédio, a Câmara irá funcionar no espaço que abrigou por muitos anos o ‘supermercado abevê’, no interior do Shopping Avenida Center. A mudança deve ocorrer num prazo de 40 dias, tão logo sejam concluídas as adequações necessárias do espaço para abrigar o plenário, gabinetes dos vereadores e demais setores da estrutura administrativa do legislativo municipal.

Nova prédio vai preservar estrutura existente (Foto: Reprodução/Câmara)

Laudir afirmou, ainda, que as características do espaço atendem às necessidades da Câmara e revelou que o legislativo não terá despesas adicionais com as obras de adaptações físicas, que serão todas custeadas pela empresa proprietária.

“Fizemos uma pesquisa na cidade e não encontramos um local que comportasse a Câmara, buscamos prédios públicos do município e do Estado, mas não localizamos um espaço que se adequasse às necessidades da Casa, que precisa comportar seus 200 servidores”, explicou o presidente.

“Fizemos uma pesquisa na cidade e não encontramos um local que comportasse a Câmara, buscamos prédios públicos do município e do Estado, mas não localizamos um espaço que se adequasse às necessidades da Casa, que precisa comportar seus 200 servidores”, explicou.

Pelo aluguel do novo espaço que servirá como sede provisória, a Câmara pagará valor abaixo do que foi designado pela Comissão de Avaliação da Prefeitura. O aluguel, segundo Laudir, será de R$ 63 mil mensais.