A Municipal de Campo Grande vai promover uma audiência pública sobre insegurança nas escolas da Capital. O encontro está marcado para acontecer dia 3 de abril no plenário da Casa de Leis.

Após uma de 71 anos morrer e outras três pessoas ficarem feridas durante o ataque de um aluno de 13 anos em uma escola de , a segurança nas escolas voltou a ser debatida.

Segundo o presidente da Comissão de Educação da Câmara Municipal, o professor Juari (PSDB), a intenção é levar segurança e conscientização aos alunos e seus familiares.

“O Poder Público precisa se interessar pelo assunto. Existe um abalo muito grande nas famílias, como o desemprego, problemas familiares e agressões. Uma criança que vive no meio da violência vai replicar a vivência nas escolas. A gente precisa fazer uma conscientização e despertar o poder público para cuidar das escolas”.

A audiência está prevista para começar às 14h. Além da comissão de educação, Juari também diz que o encontro deve contar com a presença de autoridades municipais, estaduais, deputados, e outras entidades educacionais.

Rede estadual monitorada

Para prevenir casos de violência dentro das escolas, a Rede Estadual de Ensino conta com monitoramento por câmeras de segurança, psicólogos e seis viaturas da Polícia Militar que fazem a ronda escolar.

De acordo com o titular da (Secretaria de Estado de Educação), são disponibilizados psicólogos pela Coped (Coordenadoria de Psicologia Educacional) para atender os alunos que praticam e são vítimas de bullying.

Os psicólogos estão localizados em Campo Grande e em 11 regionais do Estado. Quando a escola identifica um caso, é solicitado o atendimento por meio do preenchimento de um formulário no sistema.

“O objetivo da Coped é desenvolver políticas antibullying na prevenção de desencorajar e de combater o início do bullying. A coordenadoria atua em parceria com o Ministério Público e o Conselho Tutelar e na conscientização dos professores”, explica Daher.

Além disso, também estão sendo implantadas câmeras de segurança nas escolas estaduais que são monitoradas em uma central. A expectativa é que o projeto seja expandido para o interior e que previna brigas e furtos.

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