Em Campo Grande, assistentes sociais e psicólogos poderão usar o Sigo (Sistema Integrado de Gestão Operacional) para coleta de dados. O de lei que concede permissão tramita na Municipal.
Assim, a proposta prevê o uso do sistema para áreas específicas de trabalho compreendem os locais de possível acompanhamento, tratamento e monitoramento de crianças e adolescentes.

Ou seja, o sistema será liberado para unidades de atendimento de escolas municipais, CRAS (Centro de Referência em Assistência Social), CREAS (Centro de Referência Especializada de Assistência Social), e unidades de saúde.

Profissionais deverão ser admitidos por meio de concurso público de provas e títulos para uso do sistema. Então, terão acesso através de login e senha individual.

O Sigo será utilizado para coleta de dados parentais de possíveis vítimas de crimes contra criança e adolescentes, quando solicitada. Conforme o texto, podem solicitar a consulta: profissionais de saúde, a coordenação pedagógica escolar e conselheiros tutelares.

Por fim, prevê que seja criada linha de coleta de dados dentro do sistema, cursos e treinamento para os profissionais habilitados e autuação nos dados de pesquisas executadas na Capital.

O vereador Zé da Farmácia (Podemos) é autor do projeto. “Criar uma base de percepção a possíveis crimes que estejam sendo cometidos com as crianças ou adolescentes pelo núcleo parental”, justifica sobre o projeto.

A matéria tramita na Casa de Leis e aguarda votação dos vereadores de Campo Grande.