Governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB) reuniu o secretariado estadual nesta terça-feira (8) na Governadoria, em Campo Grande, para definir a transição da gestão ao governador eleito Eduardo Riedel (PSDB). As equipes serão anunciadas no próximo dia 17. Durante o encontro, o líder do executivo estadual destacou que deixará o governo com dinheiro em caixa.

Também foi confirmada a antecipação do pagamento da folha de dezembro, conforme adiantado pelo Jornal Midiamax na segunda-feira (7).

“Vamos entregar o governo redondo, sem nenhum problema para o próximo gestor. Vamos deixar dinheiro disponível para a conclusão das obras. São muitas em andamento e que não vão acabar até 31 de dezembro até porque algumas começaram agora. Mas não vamos passar restos a pagar”, disse Reinaldo Azambuja.

De acordo com a assessoria de comunicação, a reunião contou com a participação dos secretários de Estado, secretários-adjuntos e chefes de fundações e autarquias. Eles receberam uma cópia da lei que dispõe sobre a instituição de Comissão de Transição Governamental e os documentos e informações obrigatórios a serem entregues. Serão 4 membros nomeados pelo governador atual e também 4 pelo eleito para a transição.

Uniforme e kit escolar

Pensando na continuidade das ações do governo, a gestão vai organizar a entrega de uniforme e kit escolar para o ano letivo de 2023. Reinaldo Azambuja pediu ainda que os secretários avisem o novo governo sobre contratos que estão no fim para evitar a interrupção de serviços, como limpeza, por exemplo.

Salário

O governador Reinaldo Azambuja falou ainda sobre o pagamento do funcionalismo no último mês do ano. Além da folha de novembro e do 13º, ele fará a antecipação do salário de dezembro, que normalmente é quitado em janeiro. O pagamento do salário de dezembro será entre o Natal e o Ano Novo.

Governo Lula

Ainda na reunião, o governador disse ter a convicção de que Eduardo Riedel terá um relacionamento institucional de alto nível com o governo federal. “Eu me relacionei com a Dilma, Temer e o Bolsonaro e o Eduardo vai se relacionar com o Governo Lula”, finalizou.