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Política

Com secretariado mantido e mudanças pelas eleições, saiba como fica a Prefeitura de Campo Grande

Adriane Lopes (Patriota), empossada como prefeita de Campo Grande após Marquinhos Trad (PSD) renunciar ao cargo para disputar a cadeira de governador de Mato Grosso do Sul, nas eleições 2022, diz que sua gestão não terá muitas ‘surpresas’ e que vai seguir administrando a Capital praticamente da mesma forma que o ex-Chefe do Executivo fazia. … Continued
Anna Gomes -
Adriane Lopes e Marquinhos Trad. Foto: Marcos Ermínio.

Adriane Lopes (Patriota), empossada como prefeita de após Trad (PSD) renunciar ao cargo para disputar a cadeira de governador de Mato Grosso do Sul, nas eleições 2022, diz que sua gestão não terá muitas ‘surpresas’ e que vai seguir administrando a Capital praticamente da mesma forma que o ex-Chefe do Executivo fazia.

Durante a posse ao cargo que aconteceu na segunda-feira (4), na Câmara dos Vereadores de Campo Grande, Adriane disse que vai manter o secretariado de primeiro e segundo escalão deixado por Marquinhos.

As únicas mudanças anunciadas, até agora, foram em duas secretarias. Mas, neste caso, é devido às eleições de 2022. O ex-secretário de Finanças e Planejamento Pedro Pedrossian Neto deixou o cargo para se candidatar a deputado estadual pelo PSD. Quem assume a pasta é a adjunta Márcia Helena Hokoma.

Outra secretaria que vai ter mudanças é a de . Elza Fernandes deixou o cargo para também tentar uma cadeira de deputada estadual. Segundo anunciado, quem fica na chefia da pasta é Alelis Izabel de Oliveira Gomes. Apesar disso, a nomeação dela ou de outra titular ainda não foi publicada.

Em 31 de Março, o então prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad, anunciou que secretário da Sidagro (Secretaria Municipal de Inovação, Desenvolvimento Econômico e Agronegócio), Rodrigo Terra, vai deixar o cargo para ser coordenador da campanha do PSD e do pré-candidato à governadoria, Marquinhos.

Questionado sobre quem assumiria a pasta, Trad disse que seria algum servidor de carreira, mas não chegou a citar nomes. No entanto, não foram divulgadas ainda a exoneração nem nomeação.

Substituições ainda precisam ser publicadas

Apesar de algumas nomeações e exonerações terem sido confirmadas pelo ex-prefeito Marquinhos, algumas delas ainda não foram divulgadas no Diogrande até a manhã desta terça-feira (5).

A exoneração de Pedro Pedrossian e a nomeação de Márcia, além de confirmadas por Trad, também já foram publicadas no documento. O mesmo não aconteceu com a Secretaria de Educação, pois a nomeação de Alelis ainda não foi publicada.

A exoneração de Rodrigo Terra e a nomeação de uma pessoa para ficar à frente da Sidagro também não foram publicadas.

Saiba quem são os secretários da Prefeitura Municipal de Campo Grande:

Alexandre Ávalo segue como procurador-geral do município; Alex de Oliveira Gonçalves continua como chefe de gabinete e Antônio César Lacerda na função de secretário de Governo e Relações Institucionais. Na secretaria de Controladoria-Geral, Fiscalização e , Luiz Afonso de Freitas Gonçalves; na de e Defesa Social, Valério Azambuja; Marcia Hokama, na secretaria de Finanças e Planejamento.

Agenor Matiello continua na secretaria de Gestão; Rudi Fioresi na de Infraestrutura e Serviços Públicos; Luiz Eduardo Costa na secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano. Na secretaria de Educação, o nome citado é de Alelis Izabel de Oliveira Gomes, mas ela ainda não foi nomeada para exercer a função. Na Saúde, José Mauro Filho. José Mario Antunes da Silva foi reconduzido como secretário de Assistência Social, e Max Antônio Freitas da Cruz na pasta de Cultura e Turismo.

Ralphe da Cunha Nogueira é Secretário-Executivo de Compras Governamentais. Laura Marina Ferreira Sousa de Miranda é Secretária Municipal da Juventude e Secretário Municipal de Inovação. A Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Agronegócio ainda segue com Rodrigo Barbosa Terra à frente da pasta, mas segundo o ex-prefeito, Marquinhos, ele pode deixar o cargo nos próximos dias.

Eleições 2022

Secretários, não só de Campo Grande, além dos chefes de Executivos, tinham até 2 de abril para se desvincularem ou renunciarem os cargos para poder disputar as eleições 2022. São seis meses antes dos eleitores irem às urnas.

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