Política

Simone Tebet deve ficar como membro da CCJ e pleitear espaço em outras comissões

A senadora Simone Tebet (MDB-MS) deve permanecer na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, mas como membro. Até então, ela preside o colegiado, considerado o mais importante, pois analisa todos os projetos de leis apresentados, disputou a presidência do parlamento federal, mas perdeu para Rodrigo Pacheco (DEM-MG). Segundo afirmou a parlamentar, por meio […]

Mayara Bueno Publicado em 08/02/2021, às 09h18 - Atualizado às 09h37

Simone Tebet, presidente da CCJ, nesta quarta-feira. (Foto: Reprodução/LiveSenado).
Simone Tebet, presidente da CCJ, nesta quarta-feira. (Foto: Reprodução/LiveSenado). - Simone Tebet, presidente da CCJ, nesta quarta-feira. (Foto: Reprodução/LiveSenado).

A senadora Simone Tebet (MDB-MS) deve permanecer na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, mas como membro. Até então, ela preside o colegiado, considerado o mais importante, pois analisa todos os projetos de leis apresentados, disputou a presidência do parlamento federal, mas perdeu para Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

Segundo afirmou a parlamentar, por meio de sua assessoria, há discussão com o líder do MDB no Senado sobre composição de outras comissões, seja como titular ou suplente.

A senadora sul-mato-grossense não pode continuar na presidência da CCJ, já que, a regra que impede dirigente da Casa de Leis de se reeleger, se aplica também no caso das comissões. Contudo, ‘dono’ da maior bancada no parlamento federal, o MDB deve brigar para manter um novo do partido como dirigente do principal grupo.

Até agora, não começaram as reuniões para eleição de novos presidentes dos grupos temáticos, apesar de as sessões de 2021 já terem iniciado. Na terça-feira (9), está previsto encontro entre os líderes, quando, provavelmente, será definida data de reuniões dos colegiados.

Eleição da Mesa Diretora

Primeira mulher a disputar a presidência do Senado, Simone conseguiu 21 votos e perdeu para Rodrigo Pacheco, que fez 57. Pacheco era favorito ao cargo, uma vez que costurou uma rede de apoios que tinha DEM, PDT, PL, Pros, PT, PP, PSD, PSC e Republicanos. Além disso, foi beneficiado pelo “racha” do MDB na reta final de campanha. Sem unidade na bancada – maior do Senado, com 15 parlamentares -, o partido deixou Simone Tebet, que seguiu como candidata independente.

Jornal Midiamax