“Hoje estou vendo parte da concretização da rota, para trazer competição aos produtos brasileiros e fazer a ligação dos quatro países com a ponte bioceânica. Nós já temos acesso a e o Dnit [Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes] vai licitar a obra que vai integrar a rota. Hoje o Marito [presidente do país vizinho, como é conhecido] inicia outro trecho que vai até a e isso vai trazer competitividade e economia de dias de rio”.

O chefe do Executivo estadual citou produtos como carnes processadas, celulose, soja, milho, que são transportados. Na espera pelo início da solenidade, assessores do governo paraguaio reforçaram que a ponte é demonstração do compromisso das duas nações com projeto de integração regional — a expectativa é que a obra seja concluída em 2024.

A ponte bioceânica será construída no km 1.000 da Hidrovia do Paraguai, a cerca de 4 quilômetros do centro urbano de Porto Murtinho e custará 89,5 milhões de dólares, com recursos da Itaipu Binacional. Serão 680 metros, duas pistas de rolagem (12,5 metros de largura, e duas passagens nas laterais, com 2,5 metros cada uma, para o trânsito de pedestres e ciclistas). 

Nesta manhã, a cerimônia acontece em uma tenda instalada às margens do Rio Paraguai, em Carmelo Peralta, no Paraguai, e a meia hora de barco de Murtinho, de onde se avista a área escolhida para construção da ponte.